<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407</id><updated>2011-06-08T03:32:17.009-03:00</updated><category term='Programação de eventos'/><category term='Uvas e regiões vitivinícolas'/><category term='Geral'/><category term='Novidades'/><category term='Encontros realizados'/><title type='text'>CONFRARIA ‒ VINVM ET TERRITORIVM</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>22</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-5971565164819256493</id><published>2008-10-23T12:11:00.006-02:00</published><updated>2008-10-23T12:51:05.047-02:00</updated><title type='text'>A Confraria de Vestido Novo</title><content type='html'>A Confraria foi ao shopping [galeria em Paris, é claro] para dar uma repaginada geral. Comprou novas vestes, bordados e tecidos. Na bolsa, ainda trouxe as &lt;a href="http://dicasdaconfraria.blogspot.com/"&gt;dicas da confraria&lt;/a&gt; para a festa! Com isso, pretende inaugurar uma nova fase em sua vida... mais agitada, diria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia agora é torná-la um palco intenso de informações e prazeres sobre este nosso mundo tão adorável do vinho. Para isso, está convidando os nossos confrades e leitores para que participemos mais e mais das atividades. Vamos transformá-la em um grande banquete de inspirações e ótimos textos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A casa está mudada! Venham todos... beber... degustar... sorrir... e postar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como meu primeiro post, deixo aqui uma citação tirada de um texto escatológico judaico do século I d.C., chamado Apocalipse de &lt;a href="http://www.earlyjewishwritings.com/2baruch.html"&gt;2 Baruc&lt;/a&gt;. A passagem trata da recompensa para aqueles que herdarão o Reino de Deus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"A terra também dará o seu fruto, uma miríade por um: em cada vinha haverá mil sarmentos e cada sarmento produzirá mil cachos; cada cacho produzirá mil grãos de uva, e cada grão produzirá um barril de vinho."&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que coisa maravilhosa heim, meus amigos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.flaviosc.uaivip.com.br/relig/vinho_biblia_tab.pdf"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Vinho e Bíblia&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para aqueles que gostam de saber como a bíblia trata da temática do vinho, elaborei um texto com todas as citações bíblicas referentes ao tema. Elas foram agrupadas por tipos de referência, quer neutras, quer condenando o excesso ou tecendo elogiosos comentários sobre o bebida. O texto traz ainda uma apreciação sobre as palavras hebraicas e gregas referentes ao vinho, tendo por fim uma breve explicação sobre o processo de fermentação e produção vinícula na antiga Palestina. Recomendo e muito a leitura dos versículos &lt;a href="http://www.flaviosc.uaivip.com.br/relig/vinho_biblia_tab.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;Is 25,6: “Iahweh dos Exércitos prepara para todos os povos, sobre esta montanha, um banquete&lt;br /&gt;de carnes gordas, um banquete de vinhos finos, de carnes suculentas, de vinhos depurados.”&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-5971565164819256493?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/5971565164819256493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=5971565164819256493&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/5971565164819256493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/5971565164819256493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2008/10/confraria-de-vestido-novo.html' title='A Confraria de Vestido Novo'/><author><name>Flávio Souza</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_AfFKEmylAKU/SXnsJFkzoAI/AAAAAAAAIWc/6bHgRsfAg1U/S220/IMG_7828.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-4279116578513335972</id><published>2008-05-09T20:08:00.009-03:00</published><updated>2008-12-09T11:10:06.359-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geral'/><title type='text'>Os preferidos de 2007 – Parte II</title><content type='html'>O substantivo latino &lt;em&gt;elegantia &lt;/em&gt;deriva do verbo &lt;em&gt;eligere&lt;/em&gt;: eleger, escolher. Daí remeter ao que exprima bom gosto, distinção, delicadeza – ao que é bem proporcionado, harmonioso, preciso – ao que é na medida justa e revela estilo próprio. A primeira de suas acepções em Le Nouveau Petit Robert: “qualidade estética que se reconhece em certas formas naturais ou criadas pelo homem cuja perfeição é feita de graça e simplicidade”. Falando nomeadamente de vinhos, em recente entrevista, o célebre produtor piemontês Angelo Gaja foi categórico: “a elegância é o contrário da opulência”. É bem isso? Pareceu-me, ao lê-lo, que sim. Ao refletir sobre vinhos e sobre tanto mais, coisas e gentes, pareceu-me decididamente que sim. Que seja então esta segunda parte de minha vagarosa e comprida seleção de preferidos uma singela ode à elegância. Saúde!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/SCTfofI3hYI/AAAAAAAAAA8/BLGbFRwgrzI/s1600-h/La+Tour+de+By+99+b.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/SCTfofI3hYI/AAAAAAAAAA8/BLGbFRwgrzI/s200/La+Tour+de+By+99+b.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198525756538848642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Château La Tour de By 1999 (Medoc - Cru Bourgeois Superieur)&lt;/strong&gt; – Um dos vinhos que mais me encantaram em 2007, este é um corte tradicional de Cabernet Sauvignon (60%), Merlot (35%) e Petit Verdot (5%), provenientes de vinhas com idade média de 40 anos, em solo de argila densa sob cobertura gravelosa. Estagia por 12 meses em barricas (1/3 novas). Bordalês em estilo bastante clássico, cada vez mais difícil de encontrar: rubi não muito intenso com algum reflexo, menos extração, médio corpo, muita delicadeza e elegância em todos os sentidos. Buquê bastante rico, com fruta vivaz (cassis, mirtilos) envolvida por notas minerais e sutilmente terrosas, ervas dessecadas (tabaco), leves sugestões florais, além de um agradável tostado. Evolui magnificamente no copo. No paladar, tudo muito bem proporcionado, taninos sedosos, nervo excelente, a pedir a companhia de um belo prato. Final interminavelmente delicioso. Para beber já ou guardar com esperança de que ainda haja o que melhorar. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Villa Russiz Sauvignon Blanc 2004 (Collio – Itália)&lt;/strong&gt; – Excelente vinho. Encanta desde o início. O estilo “velho mundo” é garantido, além do terroir e outras razões, pelos onze meses &lt;em&gt;sur lie &lt;/em&gt;(contato com as leveduras) após a fermentação em temperaturas um pouco mais altas (em torno de 19°C), diversas do estilo “novo mundo”. Notas animais e minerais, além de um fino toque herbáceo, não escondem a fruta, que entretanto não domina. Há elegância, frescor e belíssimo retrogosto. Abre o apetite! Para beber não muito frio (entre 12 e 14 graus centígrados). (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/SCTfzvI3hZI/AAAAAAAAABE/BfnJGliIpFA/s1600-h/Talento+04+b.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/SCTfzvI3hZI/AAAAAAAAABE/BfnJGliIpFA/s200/Talento+04+b.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198525949812376978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Salton Talento 2004 (Tuiuti – RS – Brasil)&lt;/strong&gt; – Bela cor rubi, densa, quase sem reflexo. Sem aeração, já mostra grande intensidade em frutas escuras (ameixas, amoras e cassis) e cacau. Ao fundo, sugere hortelã. Evolui para tabaco e sutis notas terrosas. Estas ampliam-se, a lembrar cogumelos. Bela fruta, elegante, copiosa. Com mais tempo a respirar, surgem notas de café e chocolate, cravo, couro e ainda violeta. No paladar, que elegância! Muito macio, confirma grandemente as impressões reveladas pelo buquê; suavemente apimentado, bela acidez frutada. Longa permanência gustativa com notável qualidade. Grande vinho! (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;T Quinta da Terrugem 2001 (Alentejo – Portugal)&lt;/strong&gt; – Corte de Aragonês (90%) e Trincadeira Preta (10%), que estagia 12 meses em barricas novas de carvalho francês. Bela cor púrpura. Um dos melhores alentejanos que bebi ultimamente. Estilo moderno, como tem sido comum aos vinhos da região, mas revela notáveis personalidade e elegância, apesar dos seus 14° de álcool. Buquê sedutor, com camadas de frutas escuras, condimentos finos e notas de torrefação. No palato, sedoso, delicioso e pertinaz. Um vinho para memorar. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chardonnay Lote I Villa Francioni 2004/2005 (Santa Catarina)&lt;/strong&gt; – Que belo branco nacional, o melhor que já bebi. Bela cor amarela, tendendo ao dourado, resultado de sua criação por oito meses em barricas novas de carvalho francês. Elegante, expressivo, intenso, longo, com muito boa fruta acompanhada por sugestões de manteiga, pão tostado, algum condimento, canela, mel e chocolate branco. Impressiona muito e foi apenas a &lt;em&gt;première&lt;/em&gt;. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antonin Guyon Savigny-Les-Beaune 03&lt;/strong&gt; - Intensa cor rubi com leves reflexos castanhos. Bela complexidade olfativa e notável tipicidade borgonhesa, com decididas notas trufadas, couro, frutas vermelhas (frescas e maduras), ervas secas, e um agradável frescor final. Muita personalidade no palato, elegância e certa austeridade, a sugerir que o vinho tem ainda muito o que crescer na garrafa. Um fim de prova quase interminável, memória viva de um belo vinho. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/SCTfYvI3hXI/AAAAAAAAAA0/C1FfqgoYBBc/s1600-h/Mercurey+1er+Cru+Clos+de+Migland+98.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/SCTfYvI3hXI/AAAAAAAAAA0/C1FfqgoYBBc/s200/Mercurey+1er+Cru+Clos+de+Migland+98.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198525485955908978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Faveley Clos de Myglands 1998 (Mercurey Premier Cru Controlée – Monopole – Récolte du Domaine)&lt;/strong&gt; – Belo borgonha deste conceituado produtor. No olfato, inicia com sugestões de frutas de bosque fresca e madura (cereja, framboesa, morango), evoluindo para notas bem terrosas e de couro molhado (compondo uma referência costumeira a estábulo), molho de &lt;em&gt;funghi secchi&lt;/em&gt;, figo em calda e fumo (cachimbo). Fim de copo remetendo a goiabada, geléia de morango e mel com própolis. Na boca, corpo de leve a médio, nervo muito marcante, elegância, vocação gastronômica. Prevalecem no paladar as notas terrosas e o couro. Ótima persistência. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (17,5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pinot Gris Paul Blank 2003 (Alsácia)&lt;/strong&gt; – Muito gostoso este vinho: ataque aromático bem floral, abrindo-se ainda em notas minerais e cítricas. Delicado, bom frescor, fácil de beber. Ótima persistência olfato-gustativa. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Franz Haas Pinot Nero 03 (Alto Adige – Itália)&lt;/strong&gt; – Chama atenção logo pela cor, bem clarinha, rosada, mas já com reflexos granada. No nariz é uma bela surpresa: intensas notas fumadas entremeadas por sugestões de fruta fresca e também de compota, ainda a restar um toque sutilmente terroso, muito agradável. O paladar confirma as impressões olfativas e ainda revela um vinho elegante e com grande vocação para a mesa. O fim de prova é ótimo e o copo vazio não pára de lembrá-lo. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quinta dos Quatro Ventos 2003 (Douro - Portugal)&lt;/strong&gt; – Outra bela surpresa. Superior ao 2002, que já foi degustado em um dos encontros de nossa confraria. Corte de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca, criado por 12 meses em barricas novas de carvalho francês e russo. Bem elegante, apesar dos 14° de álcool. No nariz, fumo, chocolate, resina, couro, notas tostadas, especiarias doces (cravo, canela) e picantes (pimenta, nós-moscada), vegetais cozidos (azeitona), muito boa fruta e notas florais (violetas) desde o ataque. Em boca, ótimo, macio, estruturado, sem excessos. Ótimo fim de prova, longo, com ligeiro amargor. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Brunheda 2001 (Douro - Portugal)&lt;/strong&gt; – Corte de quatro castas tradiconais (Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinto Cão), que estagia por 12 meses em barricas novas de carvalho francês. Combina força e elegância. 13° de álcool, boa extração, bela cor rubi escuro com reflexos levemente atijolados, muita fruta madura, muito floral (violetas), evoluindo para resina, terra molhada, couro, condimentos, chocolate amargo, café, canela. Na boca, ótima acidez, bela estrutura, confirmando impressões visual-olfativas. Ótimo fim de prova. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De Martino Single Vinyards Sauvignon Blanc 04 (Casablanca – Chile)&lt;/strong&gt; - Foge a toda expectativa em relação aos – diga-se de passagem – bons vinhos feitos com essa uva neste vale chileno. Notas vegetais e fumadas sobrepõem-se ao elemento cítrico (um fundinho de limão siciliano), e não surge nenhum aroma de maracujá. Bom em boca e no fim de prova. Pede um bom salmão grelhado. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (16,5)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-4279116578513335972?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/4279116578513335972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=4279116578513335972&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/4279116578513335972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/4279116578513335972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2008/05/os-preferidos-de-2007-parte-ii.html' title='Os preferidos de 2007 – Parte II'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/SCTfofI3hYI/AAAAAAAAAA8/BLGbFRwgrzI/s72-c/La+Tour+de+By+99+b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-5666903059402592598</id><published>2008-02-05T10:29:00.012-02:00</published><updated>2008-12-09T11:10:07.179-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geral'/><title type='text'>Os preferidos de 2007 - Parte I</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;“Mereceste viver mais um ano.&lt;br /&gt;Desejarias viver sempre e esgotar a borra dos séculos.&lt;br /&gt;Teu pai morreu, teu avô também.&lt;br /&gt;Em ti mesmo muita coisa já expirou, outras espreitam a morte,&lt;br /&gt;mas estás vivo. Ainda uma vez estás vivo,&lt;br /&gt;e de copo na mão&lt;br /&gt;esperas envelhecer.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carlos Drummond de Andrade, em Passagem do Ano) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Parece que revisar o ano que passou, fazer balanços e, especialmente, eleger os destaques disso e daquilo, constitui inarredável e curiosa doidice universal. Se há de ter algum sentido, pois muita gente se mete nisso e sempre, vou fazê-lo também, naturalmente ao meu modo, como quem divisa o que merece viver em sua memória &lt;em&gt;almost full&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bebi belos vinhos no ano que passou, e as provas que faço, registro-as quase todas, desejoso de compartilhá-las na melhor ocasião. Os caldos aqui referidos e comentados obtiveram notas entre 16 e 17,5 (quatro estrelas: ótimo vinho) ou entre 18 e 20 (cinco estrelas: excelente vinho ou, no limite, excepcional), numa escala em estilo europeu, de 0 a 20 pontos. Mas o mais importante é que esses eleitos foram sempre os que mais me alegraram, intrigaram ou surpreenderam. Como a lista se fez espaçosa, divido-a em algumas partes desiguais, sem uma ordem patente, cada qual com uma certa conjunção de origens e estilos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso. Espero que gostem das escolhas e possam apreciar os vinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/R6n6PYftKuI/AAAAAAAAAAU/dwTjmRABjx4/s1600-h/Sassicaia+03.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/R6n6PYftKuI/AAAAAAAAAAU/dwTjmRABjx4/s200/Sassicaia+03.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163933589937400546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Sassicaia 2003 &lt;/strong&gt;– Mítico vinho da Tenuta San Guido, da região toscana de Bolgheri, na Itália, composto, à bordalesa, de Cabernet Sauvignon (85%) e Cabernet Franc (15%). A safra foi excelente e os vinte e quatro meses de criação em barricas de carvalho francês, um terço novas, conferem-lhe notável estrutura, sem lhe encobrirem as vivas impressões frutadas, no olfato e no paladar. Muito jovem ainda (quase um pecado bebê-lo assim tão cedo), abriu-se aos sentidos lentamente, mesmo depois de arejar por mais de uma hora, contudo já revelando um buquê complexo e instigante. Às sugestões de frutas vermelhas, somaram-se notas de condimentos, mentol e vegetais cozidos, amplamente confirmadas no palato, que revelou também taninos de excelente qualidade e um fim de prova bastante longo e agradável. Uma jóia, que merece ser guardada com paciência, para brilhar na ocasião precisa. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/R6n7AoftKvI/AAAAAAAAAAc/Mjwdm-o7Xow/s1600-h/Prunotto+97.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/R6n7AoftKvI/AAAAAAAAAAc/Mjwdm-o7Xow/s200/Prunotto+97.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163934436045957874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Prunotto Costamiòle Barbera D’Asti 1997 &lt;/strong&gt;– Barbera excepcional desta importante vinícola que hoje é propriedade da Marchese Antinori, afinado em barricas de carvalho Allier por doze meses, que revelou um buquê intenso e rico em frutas maduras, especiarias doces, licor de cacau e muito mais. Um vinho denso, com ótimo nervo, elegante, vivo, de muita personalidade, no ponto para sorver-se, aos seus dez anos de idade. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Château La Pointe 2000 (Pomerol)&lt;/strong&gt; – Corte de Merlot (75%), Cabernet Sauvignon (15%) e Cabernet Franc (10%), que maturam por cerca de 18 meses em barris de carvalho (1/3 novos). Os vinhedos, de solos saibroso, saibro-pedregoso e argiloso, assistem no sudoeste de Pomerol, região próxima a Libourne. No início, o vinho rubi escuro, quase sem reflexo, aparece muito fechado, com notas de baunilha e alguma fruta vermelha (groselha). É preciso não ter pressa, pois se há de acender em seguida, revelando complexos aromas trufados, tostados e apimentados, para depois sugerir caixa de charuto, folha de tabaco, outra vez frutas vermelhas, além de agradável toque mentolado. É uma garrafa para algumas horas depois de aberta. Taninos ainda bem sensíveis, mas de ótima qualidade, sugerindo que o vinho vai arredondar se guardado por mais uns anos. Bela presença gustativa, confirmando as impressões olfativas. Excelente fim de prova. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chateau Lascombes 1998 (Margaux Grand Cru Classé)&lt;/strong&gt; – Outro belo Bordeaux, agora da margem esquerda. Entram na cuvée 50% de Cabernet Sauvignon, 30% de Merlot, 5% de Cabernet Franc e 5% de Petit Verdot. Muito equilibrado, com ótima estrutura, já pronto, com taninos de primeira, que ainda permitem longa guarda. Abriu-se rápido, com intensidade e complexidade marcantes (boa fruta silvestre madura, notas vegetais, mentoladas, e ainda especiarias, condimentos, couro e fumo). Ótima acidez, aveludado, apimentado e mentolado, com um belo fim de prova – no nariz, no paladar e no copo já vazio. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/R_6NfgczSaI/AAAAAAAAAAk/2zkxS2Rz3CI/s1600-h/Carbonnieux+Blanc+99.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/R_6NfgczSaI/AAAAAAAAAAk/2zkxS2Rz3CI/s200/Carbonnieux+Blanc+99.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187739393203587490" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Chateau Carbonnieux Blanc 1999 (Grand Cru Classé de Graves)&lt;/strong&gt; – De visual amarelo-limão tendendo ao dourado, este belíssimo Pessac-Leognan, composto de Sauvignon Blanc (65%), Semillon (34%) e Muscadelle (1%), revela, já de partida, notáveis elegância e força. Delicado no ataque, todavia expressivo, ressalta as notas do carvalho francês e as minerais. Abre-se em mais sugestões minerais, e ainda damasco, pêssego, abacaxi cristalizado, manteiga de garrafa, mel, canela e outras especiarias doces, além de uma nota cítrica (limão siciliano). Excelente acidez, tudo muito bem arrumado.  (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De Martino Single Vineyards Pinot Noir 2004&lt;/strong&gt; – Impressionou-me muito bem este Pinot: bela cor (rosa escuro tendendo levemente ao granada), ótima estrutura, instigante buquê: frutas silvestres entremeadas por notas terrosas, de folhas secas, balsâmicas e especiadas. Nada de fruta em compota. 13,5 de álcool. Uma ponta de austeridade, que talvez se deva à vinificação com o engaço ou parte dele, confere-lhe estrutura e sugere longevidade. Longo final de prova. Um belo Pinot Noir de Casablanca, um dos melhores de fora da Borgonha que já bebi. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/R_6OpwczSbI/AAAAAAAAAAs/_1xwkih-y3Y/s1600-h/Terroir+04+c.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/R_6OpwczSbI/AAAAAAAAAAs/_1xwkih-y3Y/s200/Terroir+04+c.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187740668808874418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Miolo Merlot Terroir 2004 (Vale dos Vinhedos - Brasil) &lt;/strong&gt;: Bela cor rubi muito intensa, com sutis reflexos violáceos. Encanta olfativamente desde o primeiro ataque, pela delicadeza e por intensidade e complexidade crescentes. Lembra mesmo um Pomerol entre o clássico e o moderno, o que se há de confirmar em boca. Sugestões de boa fruta madura, notas condimentadas cada vez mais aparentes, muitas especiarias e um leve toque mentolado. Ainda: café, chocolate, tostado, numa síntese muito aprazível e sedutora. No paladar, elegante até o último gole, bela acidez frutada, nenhuma aresta e muita personalidade. Taninos de excelente qualidade, a conferir-lhe uma textura muito aveludada. Belo fim de prova e o copo, mesmo desocupado, não sossega por um bom tempo. Realmente, merece os inumeráveis elogios que vem recebendo. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De Martino Single Vineyards Cabernet Franc 2002 (Maipo)&lt;/strong&gt; – Este De Martino é igualmente impressionante: fruta fácil, especiarias, terra, notas vegetais, tabaco, mentol, bom nervo, muito vivo e muito elegante, facílimo no paladar. Uma beleza! Excelente fim de prova. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Terrazas Reserva Malbec 2002&lt;/strong&gt; – Belo vinho. Aquela cor rubi escura, densa, típica dos vinhos feitos com esta cepa em Mendoza. Mas difere da média dos argentinos por várias razões: não tem 14,9 ou 15° de álcool, mas 13,5, é extremamente elegante, tem um frutado típico (amoras, ameixas pretas e passas) mas sem exuberância indomada, e envolvido por evidentes e progressivas (o vinho vai-se abrindo) notas florais (recordaram-me violetas, rosas e flor de laranjeira) e um leve toque balsâmico, lembrando muito curiosamente alguns exemplares de Touriga Nacional alentejanos. Há um fundo achocolatado que também não dá o tom, mas compõe muito agradavelmente. Não é “doce” demais, nem tem sabor de geléia de morango e framboesa. Para completar, tem nervo bem na medida. Um bom fim de prova, com média persistência. Era a segunda e última garrafa de nossa adega. A primeira, bebemos já deve haver um ano ou mais. Gostei muito dela, mas penso que o tempo beneficiou esta segunda, que estava no ponto e sem poréns. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fournier Puilly-Fumé 2004 (Loire)&lt;/strong&gt; – Fumado típico da Sauvigon Blanc da região, seco, com frescor e vivacidade, notas minerais e um toque levemente untuoso, boa presença no palato e elegância. Bom fim de prova. (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) (16,5)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-5666903059402592598?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/5666903059402592598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=5666903059402592598&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/5666903059402592598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/5666903059402592598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2008/02/os-preferidos-de-2007.html' title='Os preferidos de 2007 - Parte I'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jr5C5-h5pFw/R6n6PYftKuI/AAAAAAAAAAU/dwTjmRABjx4/s72-c/Sassicaia+03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-6313231066539565835</id><published>2008-01-08T16:15:00.010-02:00</published><updated>2008-02-14T18:01:40.521-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geral'/><title type='text'>La plus que lente</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;“Deus goza sempre de um prazer único e simples. Com efeito, não existe somente uma atividade do movimento, mas existe também uma atividade da imobilidade, e o prazer está mais no repouso do que no movimento.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles, Ética a Nicômacos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Demos-nos bem eu e o vinho nesse ano já havido, malgrado as objeções feitas pelo tempo, pela lida diária e seus afazeres numerosos, ou por demais embaraços, como aqueles às vezes impostos pelo corpo. Mas o vinho, sempre que se lhe permitiu, esteve lá: conferiu cadência ao que era só roda-viva, sentido de contemplação ao reino da função e da atividade. Sorveu-se como é devido: com vagar, rito e zelo, pois é companhia que pede companhia: a boa mesa, a palavra livre, a música mais bela, a melhor convivência. O bom vinho nem é uma bebida e só: é uma identidade e uma comunicação, vívida expressão de uma terra, de uma arte e de uma cultura. Este espaço, como a Confraria que o originou, esteve a hibernar por longo período, mas agora pretende, no compasso da &lt;em&gt;Valse &lt;/em&gt;do genial Debussy, retomar-se nos entremeios do corre-corre ordinário, fingindo-se coadjuvante, enquanto se esforça por dilatar as horas que lhe cabem: as da celebração da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saúde, caros confrades!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-6313231066539565835?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/6313231066539565835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=6313231066539565835&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/6313231066539565835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/6313231066539565835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2008/01/la-plus-que-lente.html' title='La plus que lente'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-115644696652894135</id><published>2006-08-24T15:05:00.000-03:00</published><updated>2007-04-25T17:27:31.574-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Programação de eventos'/><title type='text'>Próxima Degustação: "Castas Ibéricas - Portugal" (1ª Rodada: Dão e Douro)</title><content type='html'>Castas Ibéricas - Portugal (1ª Rodada: Dão e Douro) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programa provável (ainda sujeito a sugestões e alterações): Quinta da Garrida 2000 (Dão), Quinta de Cabriz Colheita Selecionada 2004 (Dão), Brunheda Colheita 2000(Douro), Quinta dos Quatro Ventos 2002 (Douro) e Quinta do Crasto 2003 (Douro). Serão quatro ou cinco vinhos, dois de uma região e dois ou três de outra, a depender do número de confirmações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras opções: Aliança Particular Dão 1997 ou 2000, Quinta das Tecedeiras 2001 (Dão), Dão Sul 2000, ou ainda substituir, por exemplo, o Douro pelo Alentejo (Quinta da Terrugem 2000, Monte do Pintor 2002, Cartuxa Colheita 2001...), mas quem sabe a dinâmica região do Alentejo não pode ser objeto de uma degustação exclusiva numa rodada próxima?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema literário: Fernando Pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roteiro Musical: álbuns "Dois em Pessoa" (Renato Motha e Patrícia Lobato), "Música em Pessoa" (Vários), "Garras dos Sentidos" (Mísia) e "Palavras Cantadas" (Madredeus).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local e Horário: Casa do Guedes, Sábado, dia 26 de agosto, a partir das 20h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investimento por pessoa: R$ 35.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presenças já confirmadas: Édil, Flávia, Francesco, Mariana, Dôra, Rubner (e convidada). Máximo de participantes: 10 confrades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-115644696652894135?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/115644696652894135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=115644696652894135&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/115644696652894135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/115644696652894135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2006/08/prxima-degustao-castas-ibricas.html' title='Próxima Degustação: &quot;Castas Ibéricas - Portugal&quot; (1ª Rodada: Dão e Douro)'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-115336048652598336</id><published>2006-07-19T22:45:00.000-03:00</published><updated>2007-04-25T17:29:40.790-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novidades'/><title type='text'>Dicas da Confraria</title><content type='html'>Caros confrades, o espaço recém-nascido &lt;em&gt;Dicas da Confraria&lt;/em&gt; (veja o &lt;em&gt;link&lt;/em&gt; abaixo) dedica-se à livre troca de informações sobre o mundo dos vinhos. Visitem e deixem seus comentários, propostas, sugestões de boas compras, enfim, boas dicas de vinhos e companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereço: &lt;a href="http://www.dicasdaconfraria.blogspot.com"&gt;www.dicasdaconfraria.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-115336048652598336?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/115336048652598336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=115336048652598336&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/115336048652598336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/115336048652598336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2006/07/dicas-da-confraria.html' title='Dicas da Confraria'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-115323293356690428</id><published>2006-07-18T11:24:00.000-03:00</published><updated>2007-04-25T17:28:49.648-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Uvas e regiões vitivinícolas'/><title type='text'>Malbec: a menina dos olhos argentina</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.vinklubben.se/web_elements/images/druva_35.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.vinklubben.se/web_elements/images/druva_35.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Junto ao cabernet sauvignon e ao merlot, o malbec integra o grupo de vinhos do Medoc. Nessas terras, encontram-se os famosos “vinhos negros”, batizados assim devido à sua cor: rubros intensos, púrpuras e violetas exuberantes, que se destacam por sua estrutura tânica e corpulência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Devido à singularidade e à qualidade alcançadas em solo argentino, o malbec figura como sua variedade mais emblemática. Trata-se de uma cepa versátil, com a qual é possível elaborar vinhos jovens, rosados, espumantes e também exemplares aptos à prolongadas guardas. Em sua cor destacam-se o rubro intenso, os matizes violáceos e anis, especialmente quando jovem. Para reconhecê-lo por seus aromas, recordamos o cheiro de ameixas muito maduras ou o de marmelada de amora. Na boca, o vinho se expressa em todo seu esplendor; se é jovem, apenas uma agradável aspereza impressiona o paladar; se já tem alguns anos, é um vinho maduro, apresentando grande complexidade. Seu romance com a madeira lhe oferece aromas e sabores de chocolate, baunilha, couro e café.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Malbec de caráter jovem&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;: com elegante expressão frutada e notas florais típicas (violetas), alegres e vivas na boca e com retrogosto médio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Malbec com maturação discreta em madeira&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; (de três a quatro meses): vinho de corpo pleno embora ainda sem as complexidades daqueles que descansam mais em barrica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Grande Malbec&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;: com tempo em barrica inferior a 10 meses. Tinto maduro, complexo e muito bem estruturado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:85%;"&gt;Fontes:&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;MaCNEIL, Karen. &lt;i&gt;The Wine Bible&lt;/i&gt;. &lt;st1:state st="on"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;New York&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:state&gt;: Workman Publishing, 2001, p. 847-860.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fondovitivinicola.com.ar/home.asp"&gt;Fondo: Vitivinícola Mendoza&lt;/a&gt; - acessado em 17 jul. 2006.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-115323293356690428?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/115323293356690428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=115323293356690428&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/115323293356690428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/115323293356690428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2006/07/malbec-menina-dos-olhos-argentina.html' title='Malbec: a menina dos olhos argentina'/><author><name>Myla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15157285165235524115</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://lh5.google.com/mylafonseca/Rrh5zRB30hI/AAAAAAAAAWY/bb-46fd5_Ns/s144/sea%20serpents%20iv.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-115317425814114187</id><published>2006-07-17T18:57:00.000-03:00</published><updated>2007-04-25T17:28:49.649-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Uvas e regiões vitivinícolas'/><title type='text'>Argentina: dizem que o Gigante despertou</title><content type='html'>&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pode-se dizer, com certa dose de exagero, mas sem faltar à veracidade de seu passado, que ao longo de eras a vitivinicultura argentina permaneceu adormecida. Considerada o quinto produtor mundial de vinhos, a Argentina, até há décadas recentes, pouco ou nada era conhecida internacionalmente por sua produção vinícola, embora o consumo anual da bebida atingisse impressionantes &lt;st1:metricconverter productid="26 galões" st="on"&gt;26 galões&lt;/st1:metricconverter&gt; &lt;i style=""&gt;per capita&lt;/i&gt; – cada galão corresponde a &lt;st1:metricconverter productid="3,785 litros" st="on"&gt;3,785 litros&lt;/st1:metricconverter&gt;. Um parâmetro pode ser encontrado no consumo norte-americano, já estacionário há décadas, em que cada pessoa bebe entre um e dois galões e meio ao ano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os vinhos argentinos, portanto, além de rústicos, de pouca qualidade e muito baratos, eram voltados estritamente ao consumo interno. De certa forma essas características podem ser atribuídas aos imigrantes europeus que lá chegaram no século retrasado, para quem o consumo de vinho fazia parte do dia a dia de sua mesa. Entretanto, nos anos noventa, ao longo de um período conturbado política e economicamente, as vinícolas, ávidas por capital e novos mercados, iniciaram um processo de refinamento de qualidade, moldando seus vinhos às características do mercado internacional, e exportando-os, principalmente para os EUA e Reino Unido. Os argentinos, assim, encontraram inspiração em seu vizinho Chile, que já havia virtualmente reinventado sua indústria vinícola. Em &lt;st1:metricconverter productid="1994, a" st="on"&gt;1994, a&lt;/st1:metricconverter&gt; Argentina exportava 389 mil galões de vinho para os EUA. Quatro anos mais tarde, essa quantia já se multiplicava em 3,3 milhões de galões. Atualmente, a Argentina mantém-se na quinta posição mundial em produção de vinho e em oitavo lugar no consumo, em que cada cidadão argentino consome uma média de &lt;st1:metricconverter productid="10,4 galões" st="on"&gt;10,4 galões&lt;/st1:metricconverter&gt; da bebida ao ano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Da “uva francesa” ao Malbec&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Às latitudes argentinas, o malbec chegou em meados do século XIX pelas mãos do francês Michel Aime Pouget, que junto a outros imigrantes europeus fundaram a vitivinicultura argentina com as variedades que trouxeram de suas terras natais. A bem da verdade, MacNeil lembra que os missionários e descobridores espanhóis foram os primeiros a trazer suas cepas consigo do Velho Mundo ou de excursões ao Chile e Peru, séculos antes. Dessas cepas surgiram três variedades, semelhantes entre si e produtoras de um vinho bastante rústico: &lt;i style=""&gt;Argentina’s criolla&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;Chile’s pais&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;California’s mission&lt;/i&gt;. Enquanto as duas primeiras constituíram a base fundadora da produção vinícola da América do Sul durante trezentos anos, a terceira tornou-se a variedade tinta líder na Califórnia, até a chegada da phylloxera, nos anos de 1890.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nesses momentos iniciais de atividade, os viticultores reuniram diferentes cepas sob o nome genérico de “uva francesa”. Mais tarde, quando começaram a diferenciar algumas variedades, esta denominação tornou-se apenas malbec. Os precursores plantavam seguindo a tradição européia: a cada seis mudas de malbec, uma da variedade Semillón Blanc. Deste modo, elaborava-se um corte que equilibrava a grande concentração de cor do malbec e removia sua marcante aspereza carregada pelos taninos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Iniciado nos anos &lt;st1:metricconverter productid="80, a" st="on"&gt;80, a&lt;/st1:metricconverter&gt; Argentina sofreu um intenso processo de erradicação das vinhas de malbec, sobretudo as mais antigas, com mais de meio século de idade, a fim de priorizar uma cepa de melhor qualidade e rendimento. Em pouco tempo, sua vitivinicultura reestruturou-se, o consumo interno de vinhos comuns, até então muito expressivo, foi gradualmente perdendo espaço para os vinhos finos, como os feitos de malbec e de cortes envolvendo esse varietal. Atualmente, a área argentina de cultivo do malbec é a maior do mundo, cobrindo 16 mil ha. Na França, por exemplo, existem 5 mil ha e na Califórnia, apenas &lt;st1:metricconverter productid="45 ha" st="on"&gt;45 ha&lt;/st1:metricconverter&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Usando técnicas de irrigação, aprendidas com os incas, ao drenarem água da neve dos cumes montanhosos, em solo argilo-pedregoso, de boa drenagem, com temperaturas elevadas ao dia e amenas à noite, os produtores encontraram ao largo do cordão da Cordilheira dos Andes a proteção e o oásis perfeito para a produção de seus vinhos. A noroeste, entre 1750 e &lt;st1:metricconverter productid="2300 metros" st="on"&gt;2300 metros&lt;/st1:metricconverter&gt; acima do mar, produzindo malbecs bravios e corpulentos, estão Cafayate, Yacochuya, Las Viñas e San Carlos. Mais ao sul, Chilecito, em La Rioja, e os privilegiados Valles de Tulum, Ullum, Zonda e El Pedernal, em San Juan, elaboram exemplares originais desse varietal. Entretanto, o ecossistema de Mendoza é o paraíso do malbec. A chamada primeira zona ou zona alta do rio Mendoza (Maipú, Luján de Cuyo), San Rafael e o Valle de Uco oferecem alguns dos mais reconhecidos vinhos a nível nacional e internacional. Finalmente, até mesmo a Patagônia também existe para a cepa argentina bandera, sobretudo nos promissores terrenos do Alto Valle del Río Negro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:85%;" lang="EN-US" &gt;Fontes:&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:85%;" lang="EN-US" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:85%;" lang="EN-US" &gt;MaCNEIL, Karen. &lt;i&gt;The Wine Bible&lt;/i&gt;. &lt;st1:state st="on"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;New York&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:state&gt;: Workman Publishing, 2001, p. 847-860.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fondovitivinicola.com.ar/home.asp"&gt;Fondo: vitivinícola Mendoza&lt;/a&gt; - acessado em 17 jul.2006&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;veja &lt;a href="http://www.wineanorak.com/guide/argentina.gif"&gt;mapa&lt;/a&gt; postado pelo Flávio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-115317425814114187?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/115317425814114187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=115317425814114187&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/115317425814114187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/115317425814114187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2006/07/argentina-dizem-que-o-gigante.html' title='Argentina: dizem que o Gigante despertou'/><author><name>Myla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15157285165235524115</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://lh5.google.com/mylafonseca/Rrh5zRB30hI/AAAAAAAAAWY/bb-46fd5_Ns/s144/sea%20serpents%20iv.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-115272946214371215</id><published>2006-07-12T15:37:00.001-03:00</published><updated>2008-02-28T14:36:12.716-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Programação de eventos'/><title type='text'>Próxima Degustação: "A Malbec e a Argentina" (1ª Rodada)</title><content type='html'>Aos amantes do vinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos publicando a relação dos vinhos para a nossa próxima degustação dedicada à uva Malbec. Nosso novo encontro terá duas etapas, sendo a primeira ligada à degustação tradicional na qual avaliaremos (às cegas) 4 dos vinhos apresentados. Em seguida, a degustação dos demais vinhos será deixada às mãos descompromissadas de Dionísio. Essa parte terá um caráter similar ao de um sarau. Convidamos a todos para que tragam poemas de autores queridos ou de próprio punho para leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reunião será realizada no dia 22 de julho, sábado, às 19 horas. O investimento para o nosso encontro é de 30 reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MALBEC&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.vbianchi.com/vb/htm/vinos/bianchi_famiglia_malbeck.htm" target="_blank"&gt;Famiglia Bianchi 2004&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Produtor: Valentin Bianchi&lt;br /&gt;Barrica: 10 meses&lt;br /&gt;Origem: San Rafael, Mendoza&lt;br /&gt;Teor Alcólico: 14,9%&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.vbianchi.com" target="_blank"&gt;www.vbianchi.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.bodegascallia.com/portugues/vinos/callia_malbec.htm" target="_blank"&gt;Callia Alta 2005&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Produtor: Bodegas Callia&lt;br /&gt;Barrica:&lt;br /&gt;Origem: Valle de Tulum, San Juan&lt;br /&gt;Teor Alcólico: 14%&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.bodegascallia.com" target="_blank"&gt;www.bodegascallia.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.bodegacruzdepiedra.com.ar/index2.html" target="_blank"&gt;San Telmo 2004&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Produtor: Bodega Cruz de Piedra&lt;br /&gt;Barrica:&lt;br /&gt;Origem: Mendoza&lt;br /&gt;Teor Alcólico: 13,5%&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.bodegacruzdepiedra.com.ar/" target="_blank"&gt;http://www.bodegacruzdepiedra.com.ar/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.nicolascatena.com/wines/alamos/alamos_malbec04.html" target="_blank"&gt;Alamos 2004&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Produtor: Bodega Catena Zapata&lt;br /&gt;Barrica: 9 meses&lt;br /&gt;Origem: Mendoza&lt;br /&gt;Teor Alcólico: 13,7%&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.nicolascatena.com/" target="_blank"&gt;http://www.nicolascatena.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.luigibosca.com.ar/es/gam_detalles.asp?id=7" target="_blank"&gt;Luigi Bosca D.O.C 2003&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Produtor: Bodegas y Viñedos Leoncio Arizu&lt;br /&gt;Barrica:&lt;br /&gt;Origem: Juan de Cuyo, Mendoza&lt;br /&gt;Teor Alcólico: 14,5%&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.luigibosca.com.ar" target="_blank"&gt;www.luigibosca.com.ar&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MALBEC MERLOT&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.bodegascallia.com/espanol/vinos/magna_malbec_merlot.htm" target="_blank"&gt;Callia Magna 2004&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Produtor: Bodegas Callia&lt;br /&gt;Barrica: 8 meses&lt;br /&gt;Origem: Valle de Pedernal, San Juan&lt;br /&gt;Teor Alcólico: 14,5%&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.bodegascallia.com" target="_blank"&gt;www.bodegascallia.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.wineanorak.com/guide/argentina.gif" target="_blank"&gt;Mapa das Regiões Produtoras de Vinho na Argentina&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confirmar presença pelo próprio blog, preferencialmente. Máximo de participantes: 10.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-115272946214371215?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/115272946214371215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=115272946214371215&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/115272946214371215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/115272946214371215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2006/07/prxima-degustao-malbec-e-argentina-1.html' title='Próxima Degustação: &quot;A Malbec e a Argentina&quot; (1ª Rodada)'/><author><name>Flávio Souza</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_AfFKEmylAKU/SXnsJFkzoAI/AAAAAAAAIWc/6bHgRsfAg1U/S220/IMG_7828.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-114849819922951151</id><published>2006-05-24T15:40:00.000-03:00</published><updated>2007-04-25T17:26:12.971-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Encontros realizados'/><title type='text'>Degustação "Castas Ibéricas - Tempranillo" (Fotos)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Confraria%20-%204??"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/Confraria%20-%204%3F%3F%20Encontro%20-%20Tempranillo-Rioja%20Conversa-Editada.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Confraria%20-%204??"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/Confraria%20-%204%3F%3F%20Encontro%20-%20Tempranillo-Rioja%20006.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Confraria%20-%204??"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/Confraria%20-%204%3F%3F%20Encontro%20-%20Tempranillo-Rioja%20Mesa-Editada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Confraria%20-%204??"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Confraria%20-%204??"&gt;&lt;img style="WIDTH: 262px; CURSOR: hand; HEIGHT: 194px" height="208" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/320/Confraria%20-%204%3F%3F%20Encontro%20-%20Tempranillo-Rioja%20Editada%28b%29.1.jpg" width="289" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Confraria%20-%204??"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/Confraria%20-%204%3F%3F%20Encontro%20-%20Tempranillo-Rioja%20Garrafas-Editada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Confraria%20-%204??"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/Confraria%20-%204%3F%3F%20Encontro%20-%20Tempranillo-Rioja%20Nova-Integrante.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Confraria%20-%204??"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/400/Confraria%20-%204%3F%3F%20Encontro%20-%20Tempranillo-Rioja%20Editada%28a%29.7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-114849819922951151?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/114849819922951151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=114849819922951151&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/114849819922951151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/114849819922951151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2006/05/degustao-castas-ibricas-tempranillo_24.html' title='Degustação &quot;Castas Ibéricas - Tempranillo&quot; (Fotos)'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-114840566690088726</id><published>2006-05-23T14:18:00.000-03:00</published><updated>2007-04-25T17:17:29.939-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Encontros realizados'/><title type='text'>Degustação "Castas Ibéricas - Tempranillo" (1ª Rodada): Resultados</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Editada%20-%20Copos%20e%20Mesa.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/400/Editada%20-%20Copos%20e%20Mesa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;A quarta degustação de nossa Confraria ocorreu no dia vinte de maio, das 20h à 1h30min, na Casa do Guedes, e teve como tema a uva Tempranillo, destacando-se numa primeira rodada os vinhos da sua terra natal, a região espanhola de Rioja, em cuja composição ela entra de forma amplamente majoritária. As diversas faces desta cepa e a grande riqueza vitivinícola da Península Ibérica serão objeto de nossa apreciação em outras tantas oportunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinhos: &lt;strong&gt;Don Román 2003&lt;/strong&gt; (Unión de Viticultores Riojanos – Rioja Alta/Espanha), &lt;strong&gt;Fortaleza do Seival Tempranillo 2005&lt;/strong&gt; (Miolo – Campanha Gaúcha/Brasil), &lt;strong&gt;Marqués&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;de Tomares Crianza 2001&lt;/strong&gt; (Unión de Viticultores Riojanos – Rioja Alta/Espanha), &lt;strong&gt;Marqués de Riscal Reserva 2000&lt;/strong&gt; (Herederos del Marqués de Riscal – Elciego-Rioja Alavesa/Espanha), &lt;strong&gt;Marqués de Arienzo Reserva 1999&lt;/strong&gt; (Bodegas Domecq – Rioja Alavesa/Espanha).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Editada%20-%20R??tulos.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/320/Editada%20-%20R%3F%3Ftulos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Confrades presentes: Édil Guedes, Flávia Guedes, Igor Maia, Alexandre Guimarães, Denise Leiva, Myla Fonseca, Flávio Souza Cruz, Francesco Botelho e Mariana Botelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados da degustação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Marqués de Riscal Reserva 2000 – 91 pontos (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;*****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;2) Marqués de Arienzo Reserva 1999 – 88 pontos (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;3) Marqués de Tomares Crianza 2001 – 88 pontos (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;4) Don Román 2003 – 84 pontos (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;5) Fortaleza do Seival 2005 – 73 pontos (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;**&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentários:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. A degustação dividiu-se em duas etapas. Separamos os vinhos &lt;em&gt;sin crianza&lt;/em&gt;, os vinhos jovens. Na segunda série, os de longa maturação em barricas e em &lt;em&gt;bodega&lt;/em&gt;, na própria garrafa. A ordem dos vinhos provados às cegas revelou-se a seguinte: Don Román 2003, Fortaleza do Seival 2005, Marqués de Tomares Crianza 2001, Marqués de Riscal Reserva 2000, Marqués de Arienzo Reserva 1999&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. A média de 85 pontos (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;), nível ótimo, foi a maior registrada em nossos encontros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. O vencedor da noite desta vez não foi uma surpresa: produto da mais tradicional vinícola da Rioja Alavesa, o clássico &lt;strong&gt;Marqués de Riscal Reserva &lt;/strong&gt;(Elciego), da safra de &lt;strong&gt;2000&lt;/strong&gt;, recebeu da Confraria do Guedes 91 pontos (excelente), a mais alta pontuação de nossas reuniões até então. Cinco dos nove presentes lhe conferiram notas acima de 90. Foi o segundo desvio-padrão: 4,24 pontos. Realmente, um belíssimo vinho, digno de sua tradição e fidelíssimo representante da qualidade e tipicidade riojanas. Relação custo/benefício (preço/nota): 1,02. Características organolépticas, segundo anotações dos presentes: “Cor rubi mais clara, violácea, com halo levemente amarelado, de alguma evolução (sugere longevidade); buquê muito expressivo e sofisticado: tabaco, canela, defumado, fruta madura, algo de açúcar queimado; na boca, bastante elegante, confirmando amplamente as impressões olfativas, bela acidez e boa estrutura; final excelente e longo, com certa adstringência (parece mesmo ter estrutura para mais um bom tempo de garrafa)” (EG); “Vinho intenso em aroma e sabor, com traços de evolução e com um toque animal. Boa evolução!” (IM); “Frutas vermelhas, aroma muito intenso, exuberante, um vinho Rioja com certeza!” (MF). Dados técnicos: uvas procedentes de vinhedos de 15 a 30 anos de idade (90% Tempranillo, 10% Graciano e Mazuelo); 23 meses de &lt;em&gt;crianza&lt;/em&gt; em barricas de carvalho americano, engarrafado em janeiro de 2003, e permanece pelo menos mais 13 meses na bodega antes de chegar ao mercado; graduação alcoólica: 13°.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. Em segundo lugar, apesar de um empate em 88 pontos (ótimo), o &lt;strong&gt;Marqués de Arienzo Reserva 1999&lt;/strong&gt;, vinho de elite das Bodegas Domecq, teve a preferência de um dos presentes (Flávio) e ficou na segunda posição para cinco (Francesco, Mariana, Myla, Igor e Alexandre). Recebeu 90 ou mais pontos de duas pessoas (Mariana e Alexandre) e teve também o menor desvio-padrão: 3,16 pontos. Anotações das características organolépticas: “Vinho de fruta expressiva, não tão persistente em boca, equilibrado e que já está pronto” (IM); “Cor rubi com halo alaranjado (maior evolução), aroma de doce (geléia) e azedo (fruta vermelha fresca: cereja), maçã vermelha madura, aromas terciários, tostado ao fundo (mas predomina a fruta); no paladar, bom nervo, boa acidez, o sabor confirma as impressões olfativas. Final bem agradável, de longa persistência” (EG); “O vinho mais equilibrado de todos; lembra um pinot noir pouco envelhecido” (MF). Dados técnicos: uvas Tempranillo (95%), Graciano e Mazuelo (5%); 24 meses de &lt;em&gt;crianza&lt;/em&gt; em barricas de carvalho americano, permanece pelo menos mais 12 meses na &lt;em&gt;bodega&lt;/em&gt; antes de chegar ao mercado; graduação alcoólica: 13°.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V. Também em segundo lugar, com 88 pontos, o &lt;strong&gt;Marqués de Tomares Crianza 2001&lt;/strong&gt;. Este vinho foi considerado o melhor para uma das presentes (Denise), ficou com a segunda colocação para outros dois (Édil e Flávia, que o consideraram excelente) e com a terceira na avaliação de Igor, Alexandre e Myla (que o consideraram ótimo). O desvio-padrão das notas foi um pouco maior: 6,7 pontos. Ótima razão custo/benefício: 0,37. Descritores organolépticos: “Rubi cristalino com halo alaranjado-castanho, denotando evolução; buquê elegante, rico: fruta vermelha (amora, morango), ameixa, muito equilibrado com os aromas terciários aportados pela criação em carvalho americano (baunilha, tostado, especiarias); na boca confirma o buquê, tem bom nervo e uma vinosidade marcante e agradável (elegância); belo final” (EG); “Cor rubi querendo ter alguns reflexos, baunilha, tostado e muita fruta madura” (IM); “Frutas vermelhas frescas mais intensas, vinosidade agradável, final levemente tostado” (MF); “não muito intenso, certa acidez, equilibrado, ótimo com comida” (AG). Dados técnicos: uvas procedentes de vinhedos de mais de 25 anos de idade (90% Tempranillo, 7% Mazuelo e 3% Graciano); 12 meses de &lt;em&gt;crianza&lt;/em&gt; em barricas de carvalho americano (uma trasfega, com 6 meses), fica em seguida por 30 a 40 dias em cubas de inox antes de ser engarrafado e envelhece na garrafa em &lt;em&gt;bodega&lt;/em&gt; por pelo menos mais 14 meses (as primeiras garrafas que vão ao mercado, pois as últimas permanecem 26 a 27 meses); graduação alcoólica: 13,5°.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI. O &lt;strong&gt;Don Román&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;2003&lt;/strong&gt; ficou em quarto lugar com 84 pontos, mas destacou-se para boa parte dos presentes, especialmente pela relação custo/benefício: 0,31. Desvio-padrão das notas: 3,77 pontos. Anotações: “cor rubi intensa, com leves toques violáceos; buquê agradável, não demasiado complexo, mas intenso (coco, café, tostado, fruta madura, uva passa, leve toque de especiarias); na boca confirma pouco as impressões olfativas, é pouco expressivo, mas é fácil de beber; bom final, mas curto; evolui pouco no copo” (EG); “Um vinho bom em aroma; na boca bem equilibrado, um pouco vivo. Bem balanceado” (IM); “Leve, gostoso, mas com persistência alcoólica” (FSC); “Aroma de frutas secas e torrefação (média), leve em especiarias, herbáceo, toques de madeira” (MF); “Cheiro maravilhoso” (AG); “Bom para comida” (MB). Dados técnicos: uvas Tempranillo (90%) e Mazuelo (10%); 55% da maceração é carbônica; 3 meses de estágio em barricas de carvalho americano, envelhecendo na garrafa por pelo menos 9 meses antes de ser comercializado; graduação alcoólica: 13°.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII. A grande decepção da noite foi o &lt;strong&gt;Fortaleza do Seival Tempranillo 2005&lt;/strong&gt;, com 73 pontos. O da safra anterior andou se saindo muito bem em degustações às cegas diante de vinhos reputados feitos com esta uva e foi um sucesso de vendas, esgotando-se muito rapidamente. Mesmo exemplares desta nova safra já tiveram boa avaliação em revistas especializadas e já foram degustados por três confrades (Édil, Flávia e Igor) confirmando as impressões registradas do 2004. Mas, como diz o jornalista e crítico de vinhos Saul Galvão, “o mesmo vinho pode ser diferente até de garrafa para garrafa”. De fato, cada garrafa tem a sua história. Mas nesta não havia propriamente defeitos, como oxidação, vinho &lt;em&gt;bouchonné&lt;/em&gt; ou coisa afim. Apenas, unanimemente, o vinho foi considerado muito pouco expressivo, especialmente nos aromas, mas também no conjunto do paladar, ficando muito aquém do nível dos riojanos provados. Anotações dos confrades: “Um vinho pleno na boca e em aroma demora mais para abrir. Já tomei? Só que estava muito melhor...” (IM) “Mais ácido do que o primeiro [Don Román], algo dissonante, vinho jovem, baunilha, ameixa seca” (MF); “horrível, não tomaria nunca mais” (FSC); “curto” (MB); “fraco” (AG); “Cor rubi escura, retinto; Nos aromas, baunilha, algo de condimento (ardido), coco fresco, vinosidade, algo de geléia (com a evolução no copo), pouco intenso; no paladar, equilibrado, boa acidez, mas não muito expressivo; retrogosto com razoáveis qualidade e persistência” (EG). Dados técnicos: 30% do vinho envelhece em barricas de carvalho americano, o restante em cubas de aço inox.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIII. Notas já atribuídas a estes vinhos por outras publicações, sites e críticos: Marqués de Riscal Reserva 2000: &lt;strong&gt;87&lt;/strong&gt; (Wine Enthusiast: www.winemag.com); “&lt;strong&gt;um clássico da enologia espanhola&lt;/strong&gt;... revela-se complexo, elegante, com um fundo tostado” (Revista Gula – &lt;strong&gt;Vinhos do Ano&lt;/strong&gt; 2005); &lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;****&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; a &lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;*****&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; (Saul Galvão – Guia de Tintos e Brancos); &lt;strong&gt;85+&lt;/strong&gt; (Guía Penin); &lt;strong&gt;85&lt;/strong&gt;(Guía Proensa: “&lt;strong&gt;Clásico y de amplio espectro&lt;/strong&gt;, claramente situado en su entorno riojano histórico”); Marqués de Arienzo Reserva 1999: &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;****&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;(Saul Galvão – Guia de Tintos e Brancos); &lt;strong&gt;80+&lt;/strong&gt; (Guía Penin); Marqués de Tomares Crianza 2001: &lt;strong&gt;88&lt;/strong&gt; (Wine Enthusiast: “&lt;strong&gt;An example of a well-made, lightweight red&lt;/strong&gt; that puts clarity and freshness ahead of bulk and oak”); &lt;strong&gt;um&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;dos 10 melhores Rioja da safra de 2001&lt;/strong&gt;, segundo a lista do crítico Eric Asimov, no New York Times; “frutado denso e bem acabado.. bem entremeado com a madeira... &lt;strong&gt;um&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Rioja limpo e bem-arrumado&lt;/strong&gt;” (Revista Gula – &lt;strong&gt;Vinhos do Ano&lt;/strong&gt; 2005); Don Román 2003: “&lt;strong&gt;um&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;dos melhores nesta faixa&lt;/strong&gt; [de preços]” (Revista Gula – &lt;strong&gt;Vinhos do Ano&lt;/strong&gt; 2005); Miolo Fortaleza do Seival Tempranillo 2005: não há registros para esta safra. Sobre o vinho da safra anterior (2004): &lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;*** &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;(Vinho Magazine); “&lt;strong&gt;Excelente Compra&lt;/strong&gt;” (Guia de Vinhos 2005 – Revista Gula); “Aromas intensos... limpo no nariz e na boca... sedoso e fino. &lt;strong&gt;Sinal muito alvissareiro da nova viticultura brasileira&lt;/strong&gt;” (Revista Gula – &lt;strong&gt;Vinhos do Ano&lt;/strong&gt; 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Rolhas%20-%204??"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/320/Rolhas%20-%204%3F%3F%20Degusta%3F%3F%3F%3Fo%20004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Preços:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marqués de Riscal Reserva 2000– R$ 97,90(Carrefour- BH)&lt;br /&gt;Marqués de Arienzo Reserva 1999 – R$ 66,90 (Verdemar - BH)&lt;br /&gt;Marqués de Tomares Crianza 2001 – R$ 32,90 (Verdemar - BH)&lt;br /&gt;Don Román 2003 – R$ 25,90 (Verdemar - BH)&lt;br /&gt;Fortaleza do Seival 2005 – R$ 22,90 (Verdemar - BH) &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-114840566690088726?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/114840566690088726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=114840566690088726&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/114840566690088726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/114840566690088726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2006/05/degustao-castas-ibricas-tempranillo-1.html' title='Degustação &quot;Castas Ibéricas - Tempranillo&quot; (1ª Rodada): Resultados'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-114781367065116466</id><published>2006-05-16T17:57:00.000-03:00</published><updated>2007-04-25T17:28:49.649-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Uvas e regiões vitivinícolas'/><title type='text'>As Riquezas da Tempranillo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/tempranillo.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/tempranillo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Esta que é a mais nobre casta ibérica e uma das mais expressivas do mundo atende também por cerca de trinta sinônimos. É conhecida como &lt;em&gt;Tinta del País&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Tinto Fino&lt;/em&gt; em Ribera del Duero, Espanha, onde se reproduzem seus clones mais concentrados. Já em Portugal, onde divide com a Touriga Nacional o papel de protagonista nas principais regiões produtoras, conhece-se principalmente por &lt;em&gt;Tinta Roriz&lt;/em&gt; (Dão e Douro) e &lt;em&gt;Aragonez&lt;/em&gt; (Alentejo). Mas a região espanhola de Rioja, cujos excelentes vinhos se compõem majoritariamente desta cepa, é sem dúvida a principal responsável por sua consagração. No conjunto das três sub-regiões riojanas, constitui 76% das tintas plantadas, mas na menor e melhor delas, a &lt;em&gt;Rioja Alavesa&lt;/em&gt;, situada no País Vasco, corresponde a 96% das uvas tintas, o que se representa no corte tradicional que compõe seus vinhos. O nome Tempranillo, que provem de “temprano” (cedo), remete a sua maturidade precoce (amadurece duas semanas antes da Garnacha, a uva escura mais plantada na Espanha e no mundo). Tem tendência a altos rendimentos, mas um rígido controle para limitá-los (45,5 hl/ha em Rioja) é condição intransigível para a garantia de sua ótima qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pinot Noir e Tempranillo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assim como a Pinot Noir, a Tempranillo depende muito do &lt;em&gt;terroir&lt;/em&gt; (conjunto dos solos e subsolos, macro e microclima) para definir seu caráter. O frio lhe confere elegância e acidez, mas o calor contribui com o grau de açúcar e a maior espessura da casca, predicado que garante a cor e o frutado intensos de seus vinhos. Um solo calcário produz um vinho com mais equilíbrio e nervo. Este já será mais encorpado ou mais suculento e frutado se o solo for argiloso ou xistoso. Os vinhos jovens trazem em seu aroma muita fruta vermelha (cereja, framboesa, morango). Já os longamente maturados em barricas usadas de carvalho americano (estilo riojano tradicional) apresentam um rico buquê com presenças de tabaco, couro, café, especiarias, ameixas e figo e são bastante longevos. Muitos provadores experientes reconhecem as afinidades existentes entre as grandes tintas borgonhesa e riojana. Segundo José Osvaldo Amarante , a Tempranillo “deve ter um ancestral comum com a Pinot Noir, pois velhos Rioja são difíceis de diferenciar de velhos Bourgogne”. De fato, há a teoria (para muitos, lenda) de que a cepa teria sido levada por peregrinos da França para o Norte da Espanha, mas não há qualquer confirmação histórica. Outros estudos recentes também desmentem tal parentesco, senão pela real parecença gustativa, e confirmam a Tempranillo como uva autóctone riojana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os vinhos de Rioja&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da Tempranillo, entram minoritariamente no corte do vinho riojano a &lt;em&gt;Garnacha&lt;/em&gt;, para dar volume e álcool, a &lt;em&gt;Graciano&lt;/em&gt;, para acrescentar cor e complementar a acidez, e a &lt;em&gt;Mazuelo&lt;/em&gt;, conferindo ao vinho taninos e corpo para ampliar a sua capacidade de envelhecer. Segundo a legislação, são quatro tipos (concentro-me nos tintos):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Básico&lt;/em&gt;: máximo 12 meses em barricas.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Crianza&lt;/em&gt;: mínimo 12 meses em barricas de 225 litros; pelo menos 24 meses em bodega.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Reserva&lt;/em&gt;: mínimo 12 meses em barricas de 225 litros; pelo menos 36 meses como total de estocagem.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gran Reserva&lt;/em&gt;: mínimo 24 meses em barricas e 36 meses em garrafa (60 na bodega).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizam-se muitas trasfegas durante o processo clássico de criação (&lt;em&gt;crianza&lt;/em&gt;), o que resulta em vinhos mais claros, de corpo médio, bom nervo, perfumados, longos e elegantes. Mas há muitas vinícolas abandonando o estilo e a classificação tradicionais, optando por seguir a “corrente mundial” e “parkerizando” seus vinhos, que se tornam mais escuros, encorpados e frutados. J. O. Amarante critica lucidamente esta triste homogeneização: “Adoro ambos os estilos, contudo torço enormemente para que o tradicional também seja preservado, pois ele é único no mundo! Infelizmente, há uma tendência cada vez mais acentuada para padronizações draconianas, a fim de agradar ao gosto algo unidirecional de um famoso crítico de vinho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Tempranillo na América do Sul&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Argentina, embora seja a quarta uva mais plantada no país, os seus varietais são coisa recente. De todo modo, poucos vinhos conseguem expressar suas qualidades em plenitude. Exceções são o pioneiro Família Zuccardi “Q” (o primeiro 100% Tempranillo a chegar ao mercado, em 1993) e os vinhos de corte em que a uva ibérica é protagonista, O. Fournier A-Crux (70% Tempranillo) e B-Crux (85% Tempranillo), ambos completados com Malbec e Merlot. Outros varietais bastante acessíveis e de boa qualidade são o Benjamin Nieto Senetiner e o Santa Julia Oak Aged.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o primeiro varietal, resultante da ótima safra de 2004, veio apenas em 2005, mas felizmente com extremo sucesso. Mais uma vez pioneira, a Miolo lançou a linha Fortaleza do Seival, da nova e promissora região vinícola da Campanha Gaúcha. O seu Tempranillo, resultante de dois clones portugueses e um espanhol, recebeu a indicação de “Excelente Compra” no Guia de Vinhos Gula de 2005 e esteve entre os Vinhos do Ano na edição de janeiro da revista: “sinal muito alvissareiro da nova viticultura brasileira, localizada na promissora fronteira com o Uruguai”. Também um vinho &lt;em&gt;premium &lt;/em&gt;recém-lançado pela mesma vinícola, o Quinta do Seival Castas Portuguesas, traz a Tinta Roriz (Tempranillo) em corte com a Alfrocheiro e a Touriga Nacional, estagia em carvalho novo francês por cerca de dez meses, e vem tendo destino semelhante. Todo este processo contou com a ajuda do reputado enólogo português Virgílio Loureiro, autor do Quinta de Cabriz, no Dão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fontes:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Larrousse do Vinho. São Paulo: Larousse do Brasil, 2004.&lt;br /&gt;Amarante, J. O. A. Os Segredos do Vinho para Iniciantes e Iniciados. São Paulo: Mescla, 2005&lt;br /&gt;Galvão, Saul. Guia de Tintos e Brancos. São Paulo: Códex, 2004.&lt;br /&gt;Revista Wine Style, números 3 e 5.&lt;br /&gt;Revista Gula, Edição Especial n°14 e números 130 e 159.&lt;br /&gt;http://www.decanter.com&lt;br /&gt;http://www.wineloverspage.com&lt;br /&gt;http://www.winepros.orghttp://www.wineloverspage.com&lt;br /&gt;http://www.winepros.org&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-114781367065116466?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/114781367065116466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=114781367065116466&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/114781367065116466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/114781367065116466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2006/05/as-riquezas-da-tempranillo.html' title='As Riquezas da Tempranillo'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-114739116697029485</id><published>2006-05-11T20:25:00.000-03:00</published><updated>2007-04-25T17:27:31.575-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Programação de eventos'/><title type='text'>Castas Ibéricas - Tempranillo (1ª Rodada: Rioja e América do Sul)</title><content type='html'>Programa: 3 ou 4 vinhos de Rioja–Espanha (dentre os quais, dois &lt;em&gt;Reserva&lt;/em&gt;), e 1 ou 2 vinhos sul-americanos de tempranillo, totalizando 5 vinhos a degustar. Entre os mais prováveis, os riojanos Marques de Riscal Reserva 2000, Marques de Arienzo Reserva 1999, Marques de Tomares Crianza 2001, Don Román 2003, e os sul-americanos Benjamin Nieto Senetiner 2005 (Argentina), Fortaleza do Seival 2005 (Brasil), Santa Julia Tempranillo Oak Aged 2000 (Argentina). A definição do programa, para caber no orçamento, dependerá do número de presenças confirmadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roteiros gastronômico, musical e literário: a definir, brevemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local e Horário: Casa do Guedes, Sábado, dia 20 de maio, a partir das 19h30min (ou a hora que a Gabi deixar, que pode ser um pouco depois).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investimento por pessoa: R$ 35.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confirmar presença pelo próprio blog, preferencialmente. Máximo de participantes: 10.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-114739116697029485?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/114739116697029485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=114739116697029485&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/114739116697029485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/114739116697029485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2006/05/castas-ibricas-tempranillo-1-rodada.html' title='Castas Ibéricas - Tempranillo (1ª Rodada: Rioja e América do Sul)'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-113684121895364776</id><published>2006-01-09T19:01:00.000-02:00</published><updated>2007-04-25T17:28:49.650-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Uvas e regiões vitivinícolas'/><title type='text'>Merlot – Algumas Notas</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/merlot_vitigni.0.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/merlot_vitigni.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;A uva Merlot é hoje a tinta mais plantada em Bordeaux, sua região de origem. Se no Médoc é a principal coadjuvante da Cabernet Sauvignon na composição dos principais vinhos, ela figura de longe como protagonista em Saint-Emilion (75% dos vinhedos) e, principalmente, em Pomerol (também três quartos da superfície plantada), onde é responsável por cerca de 95% do ilustre Château Pétrus, em corte com a Cabernet Franc. Descende, segundo estudos recentes, de cruzamento desta última cepa e outra variedade ainda desconhecida. Origina vinhos muito macios, aveludados, com acidez moderada, bela expressão aromática e boa complexidade. Apesar de terem grande intensidade de taninos, os vinhos feitos com a Merlot normalmente ficam prontos mais cedo e podem ser bebidos com pouco tempo de garrafa (esta é também a característica de muitos vinhos de Pomerol, se bem que os melhores possam enriquecer muito com um longo amadurecimento). No Rio Grande do Sul, com 30,6% do total (segundo dados da Uvibra relativos ao ano de 2002), também é a tinta mais cultivada, e nas palavras de Saul Galvão, em seu Guia de Tintos e Brancos, tem rendido “vinhos realmente muito bons”. Sobre o filme Sideways (vejam o post da Myla), alguns comentários. Trata-se, por certo, de um longa-metragem muito divertido. Mas essa história de o protagonista só conseguir afirmar a sua condição “intelectual” opondo-se infantilmente ao “gosto popular”, elegendo a Pinot Noir como objeto de sua devoção e a Merlot como objeto de sua ojeriza, é algo que não se sustenta nem no próprio roteiro. Como se viu, o “vinho da vida” do sujeito é o &lt;em&gt;premier grand cru classé&lt;/em&gt; Château Cheval Blanc, de Saint-Emilion – aquele, da lanchonete! Pois bem. Este famoso vinho é um corte de duas uvas: Cabernet Franc (outra desdenhada por Miles no filme) e... Merlot. Curioso, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Sideways%202.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/Sideways%202.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-113684121895364776?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/113684121895364776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=113684121895364776&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113684121895364776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113684121895364776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2006/01/merlot-algumas-notas.html' title='Merlot – Algumas Notas'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-113681835975915616</id><published>2006-01-09T12:52:00.000-02:00</published><updated>2007-04-25T17:28:49.650-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Uvas e regiões vitivinícolas'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#2f0000;"&gt;&lt;b&gt;"The&lt;i&gt; Sideways&lt;/i&gt; Effect"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Sideways&lt;/i&gt; (diretor: Alexander Payne, 2004), vencedor do Oscar de melhor roteiro adaptado e de seis troféus no circuito de cinema independente americano - &lt;i&gt;The Independent Awards&lt;/i&gt; - influencia um mercado que movimenta US$20 bi por ano, o dos vinhos americanos. Quem assistiu ao filme, já sabe do que estou falando. O protagonista, um professor deprimido e neurótico mas apaixonado por vinhos (Paul Giamatti), detesta merlot, os vinhos mais populares nos Estados Unidos nos últimos 15 anos, e adora os pinot noir, até então um rival muito menos favorecido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Numa viagem com um amigo por uma região vinícola perto de Los Angeles, Miles, o personagem de Giamatti, apaixona-se por uma estudante (Virginia Madsen) e declara a ela que o bouquet do pinot é "o mais assombroso e brilhante e excitante e sutil e... antigo no planeta". E se recusa a beber o merlot com um sonoro palavrão. Resultado: entre outubro (2004), quando &lt;i&gt;Sideways&lt;/i&gt; foi lançado nos Estados Unidos, e janeiro (2005), quando o filme recebeu o prêmio dos críticos de cinema, as vendas de merlot caíram pela metade no oeste americano. Em contrapartida, as vendas de pinot noir através do país se multiplicaram e muitos apreciadores de vinho trocaram o pinot francês pelo californiano. This is what the American wine industry called&lt;i&gt; the Sideways effect&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pinot é uma uva difícil de se acertar, como já foi mencionado no post do Edinho e também no meu. Por causa disso, muitos críticos costumam aconselhar: "Você estará melhor com um merlot barato e seguro do que com um pinot barato, mas sem segurança." Miles pediria perdão por discordar. Ele passa parte do filme instruindo Jack (Thomas Haden), o amigo bobão que está prestes a se casar, sobre a fraqueza da uva merlot e as virtudes da pinot noir. A ponto de, antes de um jantar, avisar: "Se alguém pedir merlot, vou embora. Não vou me juntar ao lado negro." &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como já descobri, vinho, política e religião não se discutem. Espero que através dessa seqüência de varietais - cabernet sauvignon, pinot noir e merlot - proporcionada com tanto carinho pela Flávia e pelo Edinho, em nossos encontros na Confraria, cada um saboreie avidamente essas experiências e tire suas próprias conclusões. Como todos somos fãs de cinema, aí vai a opinião do grande Francis Ford Coppola. Entusiasta das variedades merlot e cabernet da região de &lt;i&gt;Napa Valley&lt;/i&gt;, Califórnia, ele respondeu num resmungo à pergunta sobre o que achava do "efeito Sideways": "Bebo pinot noir, adoro os melhores, mas não vou incentivar isso. É tudo um truque".&lt;br /&gt;Será? É o que vamos conferir - deliciosamente - nessa próxima degustação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#2f0000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#2f0000;"&gt;&lt;b&gt;Merlot: breve perfil&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa cepa de uva é prima do cabernet sauvignon. Possui um sabor bem similar a esse embora apresente características taninicas mais leves e seja também levemente mais herbácea - leia-se: ervas - tanto no aroma quanto no sabor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O amadurecimento é um ponto crítico e é justamente por amadurecer mais rapidamente que o cabernet que o merlot se afasta de um sabor frutado e segue em direção à um sabor e aromas mais herbáceos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A acidez natural e a adstringência do merlot são menos presentes do que no cabernet (talvez por isso que os caipiras da América do Norte gostem tanto - como já ficou claro, trata-se de um vinho mais leve em vários sentidos, deixando no paladar "uma boca mais viçosa").&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrições típicas de aroma e sabor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Varietais aromas/sabores:&lt;br /&gt;(1) Frutado: groselha, cereja, ameixa&lt;br /&gt;(2) Floral: violeta, rosa&lt;br /&gt;(3) Tempero: caramelo, cravo-da-índia, folha de louro, pimenta verde&lt;br /&gt;(4) Ervas: pimenta, azeitona verde&lt;br /&gt;Bouquets processados/sabores:&lt;br /&gt;(1) Levemente amadeirado: baunilha, côco, madeira doce&lt;br /&gt;(2) Intensamente amadeirado: carvalho, tabaco, torrada, alcatrão&lt;br /&gt;(3) Envelhecimento em garrafa: trufa, cogumelo, terra, couro, cedro, caixa de charuto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a title="Merlot" href="http://winepros.org/wine101/grape_profiles/merlot.htm#top" target="_blank"&gt;Professional friends of wine&lt;/a&gt;, &lt;a title="Merlot" href="http://www.cellarnotes.net/merlot_grape.html" target="_blank"&gt;Cellarnotes.net&lt;/a&gt;, &lt;a title="Sideways - entre umas e outras" href="http://www.estadao.com.br/divirtase/gastronomia/noticias/2005/mar/14/62.htm" target="_blank"&gt;Estadao.com.br&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-113681835975915616?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/113681835975915616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=113681835975915616&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113681835975915616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113681835975915616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2006/01/sideways-effect-sideways-diretor.html' title=''/><author><name>Myla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15157285165235524115</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://lh5.google.com/mylafonseca/Rrh5zRB30hI/AAAAAAAAAWY/bb-46fd5_Ns/s144/sea%20serpents%20iv.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-113667439529800082</id><published>2006-01-07T20:36:00.000-02:00</published><updated>2007-04-25T17:27:31.575-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Programação de eventos'/><title type='text'>Próxima Degustação: "Merlot da América do Sul" (1ª Rodada)</title><content type='html'>Programa: Salentein 2001 (Argentina), Concha y Toro Marques de Casa Concha 2002 (Chile), Santa Helena Selección del Directório 2002 (Chile), Cousiño Macul Reserva 2003 (Chile), Miolo Reserva 2004 (Brasil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Vinhos%20Degusta????o"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/320/Vinhos%20Degusta%3F%3F%3F%3Fo%20Merlot.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temas literário e musical: a definir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roteiro gastronômico: a definir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local e Horário: Casa do Guedes, Sábado, dia 14 de janeiro de 2006, a partir das 18h30min.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investimento por pessoa: R$ 30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confirmar presença pelo próprio &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt;, preferencialmente. Máximo de participantes: 10.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-113667439529800082?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/113667439529800082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=113667439529800082&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113667439529800082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113667439529800082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2006/01/prxima-degustao-merlot-da-amrica-do.html' title='Próxima Degustação: &quot;Merlot da América do Sul&quot; (1ª Rodada)'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-113392096223193740</id><published>2005-12-07T00:01:00.000-02:00</published><updated>2007-04-25T17:26:12.972-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Encontros realizados'/><title type='text'>Degustação "Pinot Noir no Mundo" (1ª rodada): resultados</title><content type='html'>A degustação Pinot Noir no Mundo (1ª rodada) ocorreu no dia 26 de novembro, das 19h40min à 1h40min, na Casa do Guedes, e teve a seguinte programação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinhos: Bourgogne Cuvée Latour (Louis Latour) 2004 (França), Miolo Reserva 2004 (Brasil), Morandé Pionero 2001 (Chile), Hunter´s 2003 (Nova Zelândia), Glen Carlou 2003 (África do Sul).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Degusta????o"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/320/Degusta%3F%3F%3F%3Fo%20Pinot%20Noir%20018.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Roteiro gastronômico: Queijos (gruyère de dois produtores, parmesão mineiro fresco e meia-cura e parmesão montanhês), pães (baguete francesa, focaccia, pão de campanha e pão italiano de fermentação natural), azeitona azapa chilena e patês (tomates secos com base de requeijão, tomates secos com base de ricota e creme de leite e peito de peru defumado). Sobremesa: pudim de leite condensado (cortesia da Myla). Roteiro musical: trilha diversa, preparada pelo Rodrigo, que ia desde Chet Atkins, Madeleine Peyroux, Jane Monheit, passando por Stacey Kent e Yann Tiersen, até Celso Fonseca e Caetano Veloso. Roteiro literário: Sentimento do mundo, sentimento de aldeia. Li “O rio que corre pela minha aldeia”, de Caeiro, e Rubner leu “Sentimento do mundo”, de Drummond.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estiveram presentes: Édil Guedes, Flávia Guedes, Myla Fonseca, Rodrigo Guedes, Alexandre Guimarães, Denise Leiva, Alcione Silveira, Rubner de Abreu, Francesco Botelho e Mariana Botelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados da degustação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1°) &lt;strong&gt;Morandé Pionero&lt;/strong&gt; 2001 – &lt;strong&gt;86&lt;/strong&gt; pontos.&lt;br /&gt;2°) &lt;strong&gt;Hunter’s&lt;/strong&gt; 2002 – &lt;strong&gt;85&lt;/strong&gt; pontos.&lt;br /&gt;3°) &lt;strong&gt;Miolo Reserva&lt;/strong&gt; 2004 – &lt;strong&gt;83&lt;/strong&gt; pontos.&lt;br /&gt;4°) &lt;strong&gt;Glen Carlou&lt;/strong&gt; 2003 – &lt;strong&gt;82&lt;/strong&gt; pontos.&lt;br /&gt;5°) Louis Latour &lt;strong&gt;Cuvée Latour&lt;/strong&gt; 2004 – &lt;strong&gt;78&lt;/strong&gt; pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentários:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. A degustação realizou-se às cegas, como serão todas as próximas, e teve uma dinâmica bem interessante. Ao final, depois de manifestas as notas e, só então, desvestidas as garrafas, soube-se a ordem dos vinhos sorvidos: Cuvée Latour, Morandé Pionero, Hunter´s, Miolo Reserva e Glen Carlou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Alum??nio"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/Alum%3F%3Fnio%20em%20suspense.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;II. O campeão da noite, um exemplar da linha econômica Pionero da vinícola chilena Morandé, produzido no Vale de Casablanca a partir da excelente safra de 2001, impressionou pela ótima qualidade, confirmando o potencial da região para a produção de vinhos de Pinot Noir, e pela muito boa relação custo/benefício ou preço/nota (0,28). Cabe registrar que este era o vinho com mais tempo de garrafa, o que se confirmou nas impressões olfato-gustativas dos provadores. Estava, provavelmente, no estágio cimeiro de seu amadurecimento. Embora tenha sido de apenas um ponto a diferença para o segundo colocado, foi considerado o melhor vinho por seis dos dez degustadores e o conjunto de suas notas individuais teve o menor desvio-padrão (3,71 pontos). Características organolépticas, segundo anotações dos presentes: “aroma de fruta madura, estábulo, couro (um pouco); na boca: algo doce no início e no retrogosto, pouca madeira, bem nervoso” (EG); “jaca, madeira” (RG); “cheiro forte, gostoso” (RA); “fruta e azedo junto, bolor” (MB), “jaca, pinha, madeira (mas não muita)” (FG). Dados técnicos: o site da Morandé não informa se há passagem por madeira, de que origem, e por que período. É de se supor, por suas características, que tenha passado todo o vinho ou parte dele por um pequeno amadurecimento em carvalho e em garrafa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. O segundo colocado da noite, o neozelandês Hunter´s, da excelente safra de 2002, ficou, como se disse, à distância de um ponto do primeiro colocado. Foi o vencedor para três degustadores: Alexandre lhe conferiu o primeiro lugar isolado; já Flávia e Mariana lhe atribuíram, junto com o Glen Carlou, a maior pontuação: 88 pontos, para ambas. Foi o segundo colocado para outros quatro: Rubner, Denise, Myla e Édil. O desvio-padrão das notas foi 5,21. Custo/benefício: 0,89. Características organolépticas: “madeira, corpo acima da média, leve adstringência, macio, ferrugem, final muito agradável, levemente doce, menor persistência retroolfativa” (EG); “jaca (aroma), baunilha, mais madeira” (FG); “menos marcante, mais harmônico, madeira” (MB). Dados técnicos: o vinho amadurece por 9 meses em carvalho francês (20% novo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. Em terceiro, ficou o Reserva da brasileira Miolo, a dois pontos do segundo, três do primeiro e um do quarto colocado, mostrando como o nível dos vinhos estava parelho. Chama a atenção por resultar da excelente safra de 2004, a segunda melhor da nossa história (pois foi superada pela de 2005), e por também apresentar ótima relação custo/benefício: 0,27, a melhor dentre os vinhos degustados. Desvio-padrão das notas: 4,92. Características organolépticas: “baunilha, chocolate, café, ameixa seca, nervoso, untuoso, mais corpo, licor (de chocolate)” (EG); “mais ácido, baunilha, chocolate” (FG); “mais equilibrado, mais forte” (MB). Dados técnicos: 40% do vinho estagia em barricas de carvalho americano; o restante, nos tanques de inox. É engarrafado jovem, no mesmo ano de sua fabricação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V. O sul-africano Glen Carlou, da também excelente safra de 2003, agradou por seu aroma muito intenso e frutado e persistente. Foi o primeiro lugar também para três provadores: Édil, que lhe conferiu 89 pontos, e Flávia e Mariana, para quem este vinho dividiu o topo com o neozelandês Hunter´s. Desvio-padrão: 5,41. Custo/benefício: 0,82. Características organolépticas: “fruta mais jovem, vermelha, um pouquinho doce no fim de boca, muita persistência olfativa e gustativa, azedinho bom, final de licor” (EG). Dados técnicos: este vinho amadurece, durante 11 meses, em barricas de carvalho francês de 700 e 225 litros (25% novo e 75% de segundo uso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI. Por fim, aquele que foi o primeiro a ser degustado: o Cuvée Latour, borgonha genérico do bem conceituado produtor Louis Latour. A safra de 2004 foi apenas boa, e este jovem vinho mostrou-se correto, agradável, fácil de beber, mas sem grande destaque. Ficou em quinto lugar para 7 dos provadores. Desvio-padrão: 6,11. Custo/benefício: 0,92. Características organolépticas: “frutado (frutas vermelhas: cereja e amora), jovem, acidez boa, pode amaciar um pouco ainda” (EG); “fraco, suave” (MB); “o mais fraco” (RA); “aroma de amora, gosto de carambola, frescor” (FG); “amora” (ACS, RG, MF). Dados técnicos: o site da Maison Louis Latour não dá qualquer detalhe sobre a vinificação, registrando apenas “métodos tradicionais”. Deve ter, todo o vinho ou parte dele, um pequeno estágio em madeira, como o Miolo e o Morandé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII. Notas já atribuídas a estes vinhos por outras publicações, sites, críticos etc.: &lt;strong&gt;Morandé Pionero&lt;/strong&gt; 2001: &lt;strong&gt;84&lt;/strong&gt; (Wine Enthusiast: &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.winemag.com"&gt;www.winemag.com&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;); &lt;strong&gt;Hunter’s &lt;/strong&gt;2002: &lt;strong&gt;87&lt;/strong&gt; (Wine Spectator: &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.winespectator.com"&gt;www.winespectator.com&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;) e &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;***&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;(Decanter: &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.decanter.com"&gt;www.decanter.com&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;); &lt;strong&gt;Miolo Reserva&lt;/strong&gt; 2004: &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (Vinho Magazine) (os de safra 1999 e 2003 receberam, respectivamente, 86 e 82 da ABS-SP: &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.abs-sp.com.br"&gt;www.abs-sp.com.br&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt; Em degustação da revista gula, um Miolo de safra 2001 concorreu com 12 vinhos de Pinot Noir de países diversos e ficou com &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;****&lt;/span&gt;, &lt;/span&gt;em segundo lugar). No Guia de Tintos e Brancos, de Saul Galvão, recebe de &lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;***&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; a &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;**** &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:100%;"&gt;("Um vinho de primeira")&lt;/span&gt;;&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;Glen Carlou&lt;/strong&gt; 2003 (não se encontraram registros; o de safra 1994 recebeu nota 87 da Wine Spectator); &lt;strong&gt;Cuvée Latour&lt;/strong&gt; 2004 (também não se encontraram registros; os de safras 1989, 1990 e 1992 receberam, respectivamente, 80, 86 e 74 da Wine Spectator).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preços:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morandé Pionero – R$ 23,90 (Champion Gutierrez - BH)&lt;br /&gt;Hunter’s – R$ 84,20 (Boníssima - BH)&lt;br /&gt;Miolo Reserva – R$ 22,90 (Casa Rio Verde - BH)&lt;br /&gt;Glen Carlou – R$ 68,10 (Grand Cru - BH)&lt;br /&gt;Cuvée Latour – R$ 71,40 (Casa do Whisky - BH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Brinde%201b.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/320/Brinde%201b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-113392096223193740?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/113392096223193740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=113392096223193740&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113392096223193740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113392096223193740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2005/12/degustao-pinot-noir-no-mundo-1-rodada.html' title='Degustação &quot;Pinot Noir no Mundo&quot; (1ª rodada): resultados'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-113287004205125141</id><published>2005-11-24T19:38:00.000-02:00</published><updated>2007-04-25T17:28:49.650-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Uvas e regiões vitivinícolas'/><title type='text'>Pinot Noir: da Borgonha para o Mundo</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/C??page"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/C%3F%3Fpage%20Pinot%20Noir.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Casta cultivada na famosa região da Borgonha, responsável por todos os seus vinhos tintos (exceto em Beaujolais, cujos tintos se produzem com a Gamay Noir), é também uma das três uvas utilizadas na produção dos espumantes de Champagne. No coração borgonhês, a Côte D’Or, a Pinot Noir produz alguns dos mais preciosos vinhos do mundo, como o célebre – e literalmente impagável – Romanée-Conti. Descendente provável da Traminer e da Pinot Meunier, viria do mesmo genótipo da Pinot Blanc e da Pinot Gris, e seu nome ter-se-á originado do formato de pinha (pin) dos cachos e de sua coloração ligeiramente acinzentada. Os bons vinhos feitos desta cepa são de excelente expressão aromática, muito elegantes, menos escuros, menos tânicos e mais ácidos do que os de Cabernet Sauvignon, mas a Pinot Noir é uma das uvas mais delicadas e difíceis de cultivar e vinificar fora de sua zona nativa. Por exigir climas mais frios, produção pequena e controlada, e por sua fragilidade, sofre muito com as mudanças ambientais e climáticas, às vezes rompendo facilmente a casca, liberando o suco e antecipando o início da fermentação. Atualmente, suas cerca de 46 variações genéticas estão espalhadas pelo mundo, recebendo nomes distintos, como Pinot Nero na Itália, Spätburgunder na Alemanha, ou Burgundac, na Eslovênia. Algumas regiões do Novo Mundo, malgrado as dificuldades, têm-se destacado na produção de bons caldos desta uva, como Marlborough, na Nova Zelândia, Oregon, nos EUA, o Alto Valle del Río Negro, na Patagônia, Argentina, a fria zona de Walker Bay, na Africa do Sul, e o Valle de Casablanca, no Chile. No Vale dos Vinhedos, no Sul do Brasil, segundo os dados da Uvibra, foi em 2002 a sétima casta colhida, com 2,6% do total. Lá já se produzem alguns varietais de boa qualidade desta cepa, como o Dal Pizzol, o Miolo Reserva e o Valduga Seculum, destacando-se o exemplar da Miolo, que tem figurado muito bem em degustações às cegas diante de vinhos das mais conhecidas regiões do Novo Mundo e mesmo alguns borgonheses.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Cuve%20en%20fermentation%20-%20Bourgogne.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/Cuve%20en%20fermentation%20-%20Bourgogne.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fontes:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Revista Gula: &lt;a href="http://www2.uol.com.br/gula/degustacao/index.shtml"&gt;http://www2.uol.com.br/gula/degustacao/index.shtml&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Amarante, José Osvaldo Albano do. Os segredos do vinho para iniciantes e iniciados. São Paulo: Mescla, 2005.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Wine Lovers Page: &lt;a href="http://www.wineloverspage.com"&gt;http://www.wineloverspage.com&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;União Brasileira de Vitivinicultura: &lt;a href="http://www.uvibra.com.br/"&gt;http://www.uvibra.com.br/&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-113287004205125141?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/113287004205125141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=113287004205125141&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113287004205125141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113287004205125141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2005/11/pinot-noir-da-borgonha-para-o-mundo.html' title='Pinot Noir: da Borgonha para o Mundo'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-113286315450627784</id><published>2005-11-24T18:12:00.000-02:00</published><updated>2007-04-25T17:28:49.651-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Uvas e regiões vitivinícolas'/><title type='text'>Pinot Noir: perfil</title><content type='html'>&lt;span style="color:#970000;"&gt;&lt;b&gt;Seda líquida&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pinot noir é uma das variedades de uva cultivadas mais antigas do mundo. Os romanos antigos conheciam essa uva pelo nome &lt;i&gt;Helvenacia Minor&lt;/i&gt; e já a transformavam em vinho no século I AC. Reconhecida mundialmente por sua excelente qualidade, a pinot noir possui denominações diferentes que variam de país a país. É cultivada na Argéria, Argentina, Austrália, Áustria (chamada de Blauburgunder ou Spätburgunder), Brasil, Canadá, República Tcheca, Inglaterra, França, Alemanha (Spätburgunder), Grécia, Hungria, Itália (Pinot Nero), México, Nova Zelândia, Suiça (Clevner, chamada de "Dole" quando misturada com Gamay Noir), Estados Unidos e Iugoslávia (Burgundac).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bourgogne (Burgundy), na França, é a única região do mundo a atingir excelência no cultivo dessa variedade. A Côte d'Or proporciona às videiras extensa exposição ao sol, embora evite o excesso de calor da tarde. Seu solo é bastante calcário, o que oferece ótima drenagem. Conseqüentemente, a temperatura média das videiras permanece alta, favorecendo seu amadurecimento. A pinot noir parece refletir mais do que todas as demais variedades de uva escura a &lt;i&gt;Gout de Terrior&lt;/i&gt;, isto é, o "sabor do solo". Portanto, a escolha do local de cultivo é crucial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dificuldades diversas assolam a pinot noir já a partir do primeiro momento, desde sua propagação até seu processo de envelhecimento. Geneticamente ins-tá-vel, é possível que uma cepa primordial gere uma descendência bastante diferente, tanto no que se refere ao tamanho e forma das uvas quanto ao aroma, sabor e níveis de produtividade, em relação à geração progenitora. Existem 46 cepas clonadas reconhecidas dessa variedade apenas em Dijón, França; no mundo todo, estimativas variam entre 200 a 11.000 clones de pinot noir. Por comparação, a cabernet sauvignon possui somente 12 cepas clonadas identificáveis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É também uma das uvas mais difíceis de se fermentar. Devido à presença de 18 aminoácidos - naturalmente harmonizados nessa variedade - a pinot noir fermenta violentamente, o que acelera e dificulta o controle desse processo. Retenção de cor é outro obstáculo: suas cascas são muito finas. Além disso, a pinot noir pode muito facilmente transformar-se em uma mistura acética (vinagre) ou perder grande parte dos aromas e sabores que apresenta durante o processo de fermentação e envelhecimento, logo que engarrafada. Entretanto, apresenta de três a quatro vezes mais &lt;i&gt;resveratrol&lt;/i&gt;/reversterol - polifenol que protege nosso coração - do que as demais variedades. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pinot noir causa forte impressão no paladar e na memória. Seu aroma pode ser intenso, de uva madura, levemente apimentado ou de (madeira de) cerejeira. Tomate maduro (note que nosso tomate, diferentemente do europeu e do americano, é muito mais ácido), cogumelo e madeira são os aromas freqüentemente mais descritos referentes à essa variedade. Encorpada e enriquecida, embora leve, de alto teor alcóolico - embora nem ácida nem tâninica -, a pinot noir apresenta um sabor personalíssimo, apesar de sua delicadeza. Sua qualidade mais marcante parece ser sua textura leve e aveludada. &lt;span style="color:#9d0000;"&gt;Quando bem saboreada, é como seda líquida a acariciar nosso palato&lt;/span&gt;. Possui longevidade menor do que a das demais uvas escuras e atinge seu ponto máximo de 5 a 8 anos passados da safra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pinot Noir: Descrições típicas de aroma e sabor&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(1) Varietais aromas/sabores: cereja, morango, framboesa, tomate maduro&lt;br /&gt;(2) Floral: pétala de rosa, violeta&lt;br /&gt;(3) Tempero: alecrim, canela, pimenta, cominho&lt;br /&gt;(4) Ervas: orégano, tomate verde, chá verde, azeitona preta, ruibardo&lt;br /&gt;(5) Terra: cogumelo, terra, trufa, couro&lt;br /&gt;(6) Levemente amadeirado: baunilha, côco&lt;br /&gt;(7) Intensamente amadeirado: carvalho, tabaco, alcatrão&lt;br /&gt;(8) Envelhecimento em garrafa: cedro, cigarro, charuto&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a title="Professional Friends of wine" href="http://www.winepros.org/wine101/grape_profiles/pinot.htm" target="_blank"&gt;Professional Friends of Wine&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução e adaptação: myla&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-113286315450627784?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/113286315450627784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=113286315450627784&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113286315450627784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113286315450627784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2005/11/pinot-noir-perfil.html' title='Pinot Noir: perfil'/><author><name>Myla</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15157285165235524115</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://lh5.google.com/mylafonseca/Rrh5zRB30hI/AAAAAAAAAWY/bb-46fd5_Ns/s144/sea%20serpents%20iv.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-112984544521325437</id><published>2005-11-13T21:08:00.000-02:00</published><updated>2007-04-25T17:26:12.973-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Encontros realizados'/><title type='text'>Primeira degustação: resultados</title><content type='html'>A degustação inaugural da &lt;em&gt;Confraria do&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Guedes&lt;/em&gt; ocorreu no dia 5 de novembro, das 19h40min à 1h20min, na Casa do Guedes, e teve a seguinte programação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema: &lt;em&gt;Cabernet Sauvignon Brasileiro&lt;/em&gt; (1ª Rodada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinhos: Salton Classic Reserva Especial 2002, Miolo Reserva 2002, Salton Volpi 2002, Casa Valduga Premium 2002, Miolo Quinta do Seival 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Garrafas%20-%20Primeira%20Degusta????o.1.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/Garrafas%20-%20Primeira%20Degusta%3F%3F%3F%3Fo.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Roteiro gastronômico: queijos (estepe, parmesão e canastra mineiros curados), pães (baguete francesa, pão de campanha e pão italiano de fermentação natural) e patês (beringela, tomates secos e pasta indiana). Roteiro musical: violão popular brasileiro (Geraldo Vianna, “Solos de Violão”, Juarez Moreira, “Solo”, Raphael Rabello, “Todos os Tons”, Beto e Wilson Lopes, “Nossas Mãos” e Marco Pereira, “Valsas Brasileiras”). Roteiro literário: vinho, Wein, vin, wine, vino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estiveram presentes: Édil Guedes (fundador), Flávia Guedes, Flávio Souza Cruz, Myla Fonseca, Rodrigo Guedes, Alexandre Guimarães, Denise, Dôra Morais e Marcelo Silveira, todos estes os atuais membros titulares da Confraria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados da degustação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1°) Miolo Quinta do Seival 2004 – &lt;strong&gt;89&lt;/strong&gt; pontos.&lt;br /&gt;2°) Casa Valduga Premium 2002 – &lt;strong&gt;83&lt;/strong&gt; pontos.&lt;br /&gt;3°) Salton Volpi 2002 – &lt;strong&gt;81&lt;/strong&gt; pontos.&lt;br /&gt;4°) Miolo Reserva 2002 – &lt;strong&gt;79&lt;/strong&gt; pontos.&lt;br /&gt;5°) Salton Classic 2002 – &lt;strong&gt;77&lt;/strong&gt; pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Rolhas%20-%20Primeira%20Degusta????o.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/Rolhas%20-%20Primeira%20Degusta%3F%3F%3F%3Fo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Comentários:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. A nota final considerada foi a mediana, e não a média aritmética das notas atribuídas pelos degustadores presentes, com o propósito de se evitarem distorções importantes. O campeão da noite, o Quinta do Seival Cabernet Sauvignon 2004 da Vinícola Miolo mostrou-se, de fato, surpreendente, revelando uma vez mais o notável desenvolvimento do vinho brasileiro: bela estrutura, muito equilibrado, fino e elegante buquê, taninos já bem aveludados, além de evidenciar bom potencial de evolução. Foi, além da maior nota, que o colocou no limiar da categoria dos excelentes, o menor desvio padrão entre as notas individuais: 1,91 pontos. Uma curiosidade: consumimos a garrafa de número 181, de uma edição limitada em 40.000 garrafas. Mas o registro mais interessante, em se tratando de nossa degustação inaugural e do vinho vencedor da noite: foi a primeira garrafa comprada em uma adega de Belo Horizonte. Antes de o vinho chegar às prateleiras, contatei o representante da Miolo, que me informou o número do telefone do escritório da casa Rio Verde, onde consegui reservar-nos um exemplar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. Quanto à relação custo/benefício (aqui representada pela razão preço/nota), o vencedor, disparado, foi o Salton Classic 2002, com 0,18 (quanto mais baixo o valor do indicador, melhor a relação). Evidentemente, essa é uma avaliação sugestiva e interessante, mas extremamente imperfeita. Vale apenas para se ter claro que se trata seguramente de um bom produto por um preço muito razoável. Mas juízo de gosto e satisfação não são coisas passíveis de mensuração desenfreada, sem qualquer esforço crítico e algum senso de humor. Um vinho que recebesse a nota 40 (nível insatisfatório) e fosse vendido por 2 reais teria uma razão custo/benefício de 0,05 e seria então, sem lugar à dúvida e paradoxalmente, a melhor opção para maximizar o seu prazer! Mas, de volta ao vinho em questão, merece registro o fato de as notas individuais apresentarem aqui um dos dois maiores desvios-padrão do programa: 6,22. Obteve algumas notas que o lançaram à categoria de cima, dos muito bons, como as de Alexandre Guimarães (82) e a minha própria (82), o que reforça a relação afirmada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. Outros destaques: a muito boa qualidade média dos vinhos degustados (81,8); a riqueza e persistência aromáticas do Valduga Premium (o vice-campeão da noite, que, portanto, volta em outra rodada progressiva de Cabernet Sauvignon).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. Notas já atribuídas a estes vinhos por outras publicações, sites, críticos etc.: Salton Classic 2002: &lt;strong&gt;80,5&lt;/strong&gt; (ABS-SP); Miolo Reserva 2002 (não se encontraram registros, mas, apenas como referência, o de safra 1999 recebeu nota &lt;strong&gt;78&lt;/strong&gt; da ABS-SP); Salton Volpi 2002: &lt;strong&gt;83,18&lt;/strong&gt; (ABS-SP); Casa Valduga Premium 2002 (também não se encontraram registros; o de safra 1999 recebeu nota &lt;strong&gt;75&lt;/strong&gt; da ABS-SP); Miolo Quinta do Seival 2004: &lt;strong&gt;87&lt;/strong&gt; (Jorge Carrara, do &lt;em&gt;basilico.uol.com.br&lt;/em&gt; e também colunista de vinhos da Folha de São Paulo); &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (Vinho Magazine).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preços:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miolo Quinta do Seival – R$ 52,90 (Casa Rio Verde)&lt;br /&gt;Casa Valduga Premium – R$ 32,90 (Casa Rio Verde)&lt;br /&gt;Salton Volpi – R$ 20,70 (Extra Supermercados)&lt;br /&gt;Miolo Reserva – R$ 22,90 (Supernosso - Gutierrez)&lt;br /&gt;Salton Classic – R$ 13,50 (Extra Supermercados) e 13,99 (Casa Rio Verde)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Brinde%20-%20Primeira%20Degusta????o.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/Brinde%20-%20Primeira%20Degusta%3F%3F%3F%3Fo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/Brinde%20II.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-112984544521325437?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/112984544521325437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=112984544521325437&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/112984544521325437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/112984544521325437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2005/11/primeira-degustao-resultados.html' title='Primeira degustação: resultados'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-113097669365462156</id><published>2005-11-02T21:47:00.000-02:00</published><updated>2007-04-25T17:28:49.651-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Uvas e regiões vitivinícolas'/><title type='text'>Cabernet Sauvignon</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/cabernet-sauvignon.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/cabernet-sauvignon.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/cabernet-sauvignon.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/cabernet-sauvignon.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Descendente da Cabernet Franc e da Sauvignon Blanc, a Cabernet Sauvignon é a quarta variedade escura mais plantada no mundo (no Rio Grande do Sul, em 2002, foi a segunda mais plantada, com 24,9% do total, segundo a Uvibra). É considerada a mais nobre casta tinta, adaptando-se com relativa facilidade fora de seu hábitat bordalês original. Predomina nas regiões de Haut-Medoc, Médoc, Pessac-Leognan e Graves, sendo a componente básica dos &lt;em&gt;premiers grands crus classés&lt;/em&gt; Château Lafite-Rothschild (Cabernet Sauvignon 80 a 95%, Merlot 5 a 20%, Cabernet franc e Petit Verdot 0 a 3%. Em algumas safras, a presença da Cabernet Sauvignon é ainda mais expressiva, como 99% em 1994 e 100% em 1961), Château Margaux, entre outros. Esta cepa de grande qualidade produz vinhos escuros e tânicos quando jovens, mas que se tornam macios, equilibrados e complexos quando amadurecidos em carvalho e, depois, na própria garrafa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/1600/miolocard1g.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5455/1761/200/miolocard1g.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Amarante, José Osvaldo Albano do. &lt;em&gt;Os segredos do vinho para iniciantes e iniciados&lt;/em&gt;. São Paulo: Mescla, 2005&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Site do Château Lafite-Rothschild: &lt;a href="http://www.lafite.com"&gt;http://www.lafite.com&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;União Brasileira de Vitivinicultura: &lt;a href="http://www.uvibra.com.br"&gt;http://www.uvibra.com.br&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-113097669365462156?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/113097669365462156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=113097669365462156&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113097669365462156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/113097669365462156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2005/11/cabernet-sauvignon.html' title='Cabernet Sauvignon'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18090407.post-112983063745219153</id><published>2005-10-20T15:46:00.000-02:00</published><updated>2005-10-20T15:50:37.453-02:00</updated><title type='text'>Confraria:</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Substantivo feminino:&lt;br /&gt;1 associação laica que funciona sob princípios religiosos, fundada por pessoas piedosas que se comprometem a realizar conjuntamente práticas caritativas, assistenciais etc.; congregação, irmandade&lt;br /&gt;2 Derivação: por extensão de sentido -&lt;br /&gt;associação ou conjunto de pessoas do mesmo ofício, da mesma categoria ou que levam um mesmo modo de vida.&lt;br /&gt;Ex.: "a c. dos negociantes", "a c. dos gastrônomos", "a c. dos bêbedos".&lt;br /&gt;3 Derivação: por extensão de sentido -&lt;br /&gt;conjunto ger. restrito de pessoas unidas por um liame comum, profissional, corporativo ou outro; sociedade, associação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"ser da c. de":&lt;br /&gt;1 comungar com as idéias de (outrem)&lt;br /&gt;2 possuir afinidade de sentimentos com (outrem)&lt;br /&gt;3 ter o mesmo modo de vida que (outrem)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Etimologia: fr. confrérie (sXIII) 'id.'; ver frater-; f.hist. 1347 confraria, 1347 cofraria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Dicionário Houaiss)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18090407-112983063745219153?l=confrariadoguedes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/feeds/112983063745219153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18090407&amp;postID=112983063745219153&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/112983063745219153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18090407/posts/default/112983063745219153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://confrariadoguedes.blogspot.com/2005/10/confraria_20.html' title='Confraria:'/><author><name>Édil Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00462752671689819010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
